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Duas décadas depois de interpretar a Mulher-Gato em seu próprio filme, Halle Berry está abordando seu “maior fracasso”, enquanto aponta qual foi o “primeiro erro” do longa-metragem, aos olhos do público.
Em conversa com o Entertainment Weekly, a produtora Denise Di Novi relembra como a recepção negativa ligada a produção iniciou antes mesmo do filme ser lançado, a partir de uma foto vazada do set.
“[O uniforme] foi o estopim para toda a negatividade. Era tão diferente do que as pessoas estavam acostumadas no outro filme [com Michelle Pfeiffer]. Um catsuit, por definição, é completamente coberto. Mas achamos que seria legal ser mais rock & roll e um pouco nu. Halle era famosa por usar um biquíni em seu filme de Bond, e nós pensamos: ‘Por que não?’. A recepção das pessoas a isso foi enorme, o que é ridículo. […] Eu ainda acho que é legal e muito mais moderno!”
Berry acrescenta que o traje foi planejado como algo “inovador” do que já havia sido visto da personagem nas mídias anteriores:
“Os fãs ficaram chateados com o uniforme. Era algo diferente, mas, em nossas mentes, por que continuar refazendo a Mulher-Gato se você não vai correr o risco de trazer algo diferente para ela? A beleza era que era mais adequado para a minha versão dela, meu corpo, quem eu era e minhas sensibilidades.”
No fim, a produção como um todo, não caiu nas graças dos telespectadores, e rendeu até mesmo um prêmio Framboesa de Ouro para a performance de Halle Berry.
Mulher-Gato está disponível no streaming Max.
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No filme, o público acompanha a história de Patience Phillips (Halle Berry), uma tímida artista plástica que trabalha em uma empresa de cosméticos, que acidentalmente descobre um segredo que custa a sua própria vida.
Phillips, no entanto, volta à vida graças a um gato egípcio, que dá a ela força, agilidade, velocidade e sensibilidade para a ser uma super-heroína conhecida como Mulher-Gato.
O francês Pitof (Vidocq – O Mito) assina a direção.
Fonte: Variety.