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Além da introdução do Senhor Imortal (em uma versão bem diferente dos quadrinhos), Mulher-Hulk: Defensora de Heróis também mencionou uma vilã obscura, Lily Cromwell, também conhecida como Baronesa Sangue.

Sua primeira aparição aconteceu em Union Jack #1, de 1998, sendo uma criação de John Cassaday e Ben Raab.

Lily era filha do médico Jacob Cromwell, que secretamente também era um agente de Drácula. Ele foi ordenado a reviver John Falsworth, que lutou nas duas Guerras Mundiais sob a identidade de Barão Sangue, até que recebeu uma estaca no peito e acabou na Torre de Londres.

Jacob removeu a estaca, ressuscitando Falsworth. O vilão, no entanto, matou Jacob e uma de suas filhas, enquanto Lilly apenas se transformou.

Depois que Barão Sangue foi derrotado por Capitão América e Union Jack, a Sra. Cromwell deu início a um culto, até se tornar integrante da Legião dos Mortos-Vivos, um grupo de vampiros reunidos por Drácula sob a liderança de Xarus, o Coronel das Sombras.

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Mulher-Hulk: Defensora de Heróis já está disponível e é descrita como uma comédia jurídica de meia hora centrada em Jennifer Walters, prima de Bruce Banner.

Tatiana Maslany é a protagonista, enquanto Mark Ruffalo e Tim Roth retornam como Bruce Banner/Hulk e Emil Blonsky/Abominável, respectivamente.‎

Jennifer Walters (Maslany) é uma advogada que tem uma vida comum e tranquila até sofrer um grave acidente. Durante o imprevisto, acaba recebendo, acidentalmente, o sangue do seu primo, o cientista e super-herói Bruce Banner (Ruffalo), o Hulk. A partir daí, Jen vê sua vida virar de cabeça para baixo, pois recebe a habilidade de se transformar na versão feminina da criatura verde, conhecida simplesmente como… Mulher-Hulk.

Kat Coiro (Case Comigo) e Anu Valia (Lucia) são as diretoras, enquanto Jessica Gao e Dana Schwartz cuidaram do roteiro.