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As Marvels (2023) foi um grande fracasso. O CEO da Disney, Bob Iger, jogou a responsabilidade em cima de Nia DaCosta, que sequer participou ativamente da pós-produção. A diretora teria todo motivo para ter mágoa da Marvel Studios, mas não tem; muito pelo contrário.

A grande controvérsia da pós-produção do longa foi o embate de argumentos de que a cineasta abandonou a pós-produção versus foi removida dela. Agora, em entrevista ao Guardian, ela finalmente esclareceu a situação.

DaCosta precisou se ausentar da edição do longa da Marvel, principalmente para focar na produção de Hedda (2025), o drama autoral que ela está promovendo atualmente. Segundo a diretora, seu compromisso com este filme era de conhecimento de todos na Marvel desde o início, e ela não poderia simplesmente perder o prazo de sinal verde devido a problemas de calendário alheios à sua responsabilidade.

Eles sabiam o tempo todo que eu tinha uma obrigação — um filme com sinal verde e pessoas que estavam esperando por mim“, confessou DaCosta.

Na ocasião, a diretora disse ainda que não tem mágoa alguma das pessoas da Marvel pela carga negativa que recaiu sobre seu nome após As Marvels (2023). Ela esteve no set de Vingadores: Doomsday (2026) recentemente, e Kevin Feige até a ajudou a conseguir o visto de trabalho no Reino Unido.

A diretora concluiu: “Não há raiva em minha energia. Eu estava no set de Vingadores: Doomsday (2026) há algumas semanas porque ainda tenho bom relacionamento com essas pessoas. Kevin [Feige] me escreveu uma carta para o meu visto do Reino Unido.

Novo filme de Nia DaCosta, Hedda (2025) chega ao catálogo do Prime Video em 29 de outubro.

As Marvels (2023), por sua vez, está disponível no catálogo do Disney+.

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Fonte: The Guardian



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