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O remake de Nosferatu dirigido por Roberts Eggers, poderia ter terminado de uma forma muito diferente, caso Bill Skarsgård não tivesse ajudado à “aperfeiçoar” o final.

Para a revista SFX, o diretor diz que buscava por uma conclusão completamente diferente do clássico de 1922, especialmente quando se trata da representação de Conde Orlok.

“Eu enviei a Bill uma história de fundo de Orlok que eu escrevi. Então nos encontramos para alcançar o que eu estava procurando. Porque eu estou tão cansado dos vampiros heroicos e tristes, eu estava tipo, ‘Ele é apenas um demônio, ele é mau’. Mas ele veio e me disse: ‘É, mas precisa haver alguns elementos que mostrem alguma vulnerabilidade.”

Eggers modificou sua visão original a respeito do vampiro central, oferecendo um lado “vulnerável” para o temido personagem:

“É muito sutil, e não está lá com frequência, mas é o suficiente. Acho que o final do filme é muito mais eficaz do que teria sido sem a sensibilidade aguda de Bill – ao mesmo tempo em que entrega esse grande e assustador vampiro.”

Com ótimas primeiras impressões da crítica, no Brasil, o remake de Nosferatu segue com estreia marcada para 9 de janeiro de 2025.

Leia mais sobre Nosferatu e Bill Skarsgård:

O elenco do remake trará Bill Skarsgård (It: A Coisa), Lily Rose Depp (The Idol), Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos), Willem Dafoe (Pobres Criaturas), Nicholas Hoult (Superman) e Emma Corrin (Deadpool 3).

Nosferatu é descrito como “uma história de obsessão, cuja paixão que tudo consome inflama um horror inimaginável.

Fonte: GamesRadar.