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O aguardado Tron: Ares, o terceiro filme da icônica franquia de ficção científica da Disney, estreou sob uma recepção morna por parte da crítica especializada, que já levanta questionamentos sobre a escolha de Jared Leto para o papel principal. Com um Metascore de 49 no Metacritic e 57% de aprovação no Rotten Tomatoes, a pontuação reflete a divisão de opiniões, que varia entre elogios ao design espetacular e à trilha sonora, e críticas ao roteiro, considerado superficial.

O filme, que busca reintroduzir o público ao mundo digital de Tron, acumulou 27 avaliações de críticos até o momento no Metacritic. Desse total, apenas 23% são positivas, enquanto 58% se enquadram na categoria “misturado” e 19% são negativas.

Revistas especializadas apontaram o visual e a ação como pontos fortes. O crítico Matt Zoller Seitz, do site Roger Ebert, classificou o filme com uma nota 100, descrevendo-o como tendo um “design espetacular, ritmo rápido, bem escrito e dirigido com muita precisão em sua vida em tons neon”. Outros veículos, como o Collider, concordam que o filme acerta ao ser “emocionante de assistir, com uma ótima trilha sonora e uma história divertida”, mesmo que não o considerem um clássico instantâneo.

Apesar do entusiasmo com a parte técnica, o consenso entre as resenhas mistas e negativas é que Tron: Ares carece de profundidade. Muitos críticos lamentam que o filme priorize o “grande espetáculo” em detrimento de “grandes ideias”, o que, segundo Liz Shannon Miller do Consequence, o torna menos “transformador culturalmente” em comparação com seus antecessores.

O Film Verdict resumiu a crítica, afirmando que o objetivo principal do longa é ser “grande, barulhento, rápido e chamativo, e nesse nível, e somente nesse nível, é um sucesso completo”.

Para alguns, a narrativa falhou em evoluir a mitologia da franquia. O IGN foi direto ao dizer que Tron: Ares “de alguma forma esquece de onde veio”, e o Screen Rant critica o filme por “reaquecer grande parte da trama de Tron: O Legado” com cenas que, em alguns momentos, são “semi-incompreensíveis”. O USA Today chegou a descrever a experiência como uma “tarefa árdua em vez de um prazer”.

Em meio às críticas ao roteiro, alguns veículos destacaram as performances. A atuação de Gillian Anderson como a mãe autoritária foi mencionada pelo Screen Crush como “a melhor atuação do filme”.

Tron: Ares chegará aos cinemas do Brasil em 9 de outubro.

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