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A MPAA classificou O Homem Invisível com censura R, por “forte violência sangrenta e linguagem”.

A decisão não chega a ser uma surpresa, já que o trailer havia demonstrado o caminho pelo qual o filme resolveu seguir – diferente das produções anteriores do “Dark Universe” da Universal.

O que você não pode ver, pode te machucar. A vencedora do Emmy, Elizabeth Moss (Nós, O Conto da Aia) protagoniza um aterrorizante conto moderno de obsessão inspirado no clássico monstro da Universal. Presa em um relacionamento violento e controlador com um cientista rico e brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, auxiliada por sua irmã (Harriet Dyer), sua amiga de infância (Aldis Hodge) e sua filha adolescente (Storm Reid). Mas quando o ex abusivo de Cecilia (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e deixa uma parte generosa de sua vasta fortuna, ela suspeita que sua morte foi uma farsa. À medida que uma série de coincidências sinistras se tornam letais, ameaçando a vida de quem ela ama, a sanidade de Cecilia começa a se desfazer, enquanto ela tenta desesperadamente provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.”

O longa é a segunda adaptação do livro homônimo de H. G. Wells (a primeira foi lançada em 1933), que conta a história de Dr. Jack Griffin, um cientista que acabou se tornando invisível após trabalhar com estudos de refração óptica.

O Homem Invisível tem direção de Leigh Whannell, e conta com Oliver Jackson-Cohen no papel titular, além de Elisabeth MossAldis Hodge e Storm Reid. O filme chega aos cinemas brasileiros em 12 de março.



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