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Quando The Mandalorian estreou, a indústria ficou impressionada com a apresentação de um recurso de produção revolucionário: o Volume. Desde então, a série virou sinônimo dessa tecnologia — que coloca os atores para interagir com um palco tridimensional de painéis de LED — e vários estúdios buscaram, freneticamente, replicá-la em suas produções. Nos últimos anos, no entanto, o Volume caiu em desuso. O filme da franquia, O Mandaloriano e Grogu (2026), inclusive, não fará uso do recurso.
A equipe de produção da Lucasfilm revelou essa curiosidade em uma entrevista publicada na versão física da revista Empire. Em vez de Volume, foram utilizados apenas cenários práticos e tela verde.
O uso do Volume é caro, e o resultado nem sempre é o que as equipes de produção esperam. Não é todo diretor de fotografia que sabe trabalhar com a tecnologia. Na primeira temporada, The Mandalorian contou com o maior especialista em Volume de Hollywood, o vencedor do Oscar Greig Fraser (Duna; Batman).
A própria Lucasfilm teve dificuldade em utilizar a tecnologia adequadamente em outras produções, já que a fotografia tende ao artificial quando há excesso de iluminação. O Volume geralmente apresenta melhores resultados em cenários soturnos e de alto contraste; definitivamente, não é um recurso aplicável a qualquer tipo de plano de fundo.
Enfim, é irônico ver que um recurso que foi referido por vários estúdios como “a tecnologia de The Mandalorian” não está mais sendo usado por The Mandalorian.
Com direção de Jon Favreau, O Mandaloriano e Grogu chega aos cinemas em 21 de maio. Será o primeiro filme de Star Wars lançado nos cinemas desde 2019.
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Fonte: Star Wars Holocron






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