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O produtor-executivo de One Piece: A SérieSteve Maeda, descreveu a experiência de trabalhar com o criador do mangá original, Eiichiro Oda.

Em entrevista ao ComicBook, o co-showrunner comentou sobre o processo de adaptação e elogiou a colaboração do mangaká.

“Foi incrivelmente valioso tê-lo, mas não foi fácil. Ele é desafiador. Ele é muito opinativo e está certo sobre muita coisa que diz. E então tentamos seguir isso da melhor maneira possível. Mas também é um episódio de cada vez. Trata-se de uma temporada de televisão em oposição a 85 capítulos do mangá. Televisão tem o seu próprio fluxo, portanto, inicialmente pensei na melhor forma de contar a história da Saga East Blue em uma temporada independente de oito episódios que parecesse ter um começo e um fim e desse ao público muito da construção de mundo e da ação épica, e então atingisse o cerne das emoções.”, disse Maeda.

O produtor ainda comentou sobre a questão de fidelidade em relação ao material original: “O grande objetivo para nós era acertar. Então, não muito disso foi uma cópia do mangá, por que quem quer assistir uma adaptação que seja uma cópia? Eu não quero trabalhar nisso, mas sim pegar o mangá e descobrir como expandi-lo, colocando algumas coisas em destaque, retirando outras e fazer isso parecer como uma série de televisão, mas eu também senti que estava sendo fiel ao mangá.”

A série live-action de One Piece está disponível na Netflix. A 1ª temporada adapta a Saga East Blue e conta com 8 episódios.

Leia mais sobre One Piece:

Houve um homem que conquistou tudo aquilo que o mundo tinha a oferecer, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger. Capturado e condenado à execução pelo Governo Mundial, suas últimas palavras lançaram legiões aos mares. “Meu tesouro? Se quiserem, podem pegá-lo. Procurem-no! Ele contém tudo que este mundo pode oferecer!”. Foi a revelação do maior tesouro, o One Piece, cobiçado por homens de todo o mundo, sonhando com fama e riqueza imensuráveis… Assim começou a Grande Era dos Piratas! 

One Piece é uma criação de Eiichiro Oda e começou sua serialização pela revista semanal Shonen Jump, da Shueisha, em 1997. Desde então, se tornou um sucesso comercial e crítico em todo o mundo, com muitos dos volumes quebrando recordes de impressão no Japão.

No Brasil, o mangá é publicado pela Panini. Os novos episódios da adaptação em anime são disponibilizados na Crunchyroll com áudio original e legendas, em simulcast com a TV japonesa, todos os sábados, às 23h, horário de Brasília. A versão dublada está disponível na Netflix, Crunchyroll e HBO Max.



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