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O diretor Christopher Nolan jamais teria feito Oppenheimer (2023), se não tivesse recebido um grande impulso de Robert Pattinson.

Falando para Tara Hitchcock, o diretor disse ter sido presenteado pelo ator, durante a festa de encerramento de produção de Tenet (2020), com um livro de discursos de Oppenheimer.

O livro fez Nolan ficar fissurado pela história do cientista a ponto de sentir a necessidade de fazer um filme sobre ele.

“É verdade que toda essa história começou quando Robert Pattinson te deu um livro de discursos, e no fim você nem encontrou um papel para ele.” Perguntou Tara.

“Ele estava ocupado.” Respondeu Nolan sorrindo.

“Usamos uma metáfora [de Oppenheimer] em Tenet, e ele me deu um livro de discursos dos anos 50, em que é possível você ler cientistas tentando assimilar as grandes consequências que esse caminho [bomba nuclear] mudaria tudo para sempre. Eu realmente fiquei fissurado na história.” Completou o diretor.

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Devido à enorme polêmica do lançamento cinematográfico de Tenet, Nolan decidiu encerrar sua longa colaboração com a Warner Bros., e a Universal Pictures venceu a disputa contra outros estúdios ao atender algumas exigências importantes.

O diretor pediu um orçamento de US$ 100 milhões (mostrando que a escala será menor em comparação aos trabalhos anteriores), controle criativo total, 20% da bilheteria e um período de seis semanas onde a Universal não pode lançar nenhuma outra produção nos cinemas.

Nessa terceira, é algo que ajuda a diminuir a concorrência e gerar um maior lucro ao diretor pessoalmente, assim como para a Universal.

Além disso, já foi confirmado que o filme ficará em cartaz entre 90 e 120 dias, sem a possibilidade de chegar a qualquer plataforma de streaming ou compra e aluguel.



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