Órfã 2: A Origem chegou a mais de 1,5 milhão de espectadores nos cinemas do Brasil. É um ótimo número, que reforça a popularidade de A Órfã no país.
A boa bilheteria também mostra que a estratégia de distribuição no Brasil foi acertada. Órfã 2: A Origem na verdade é uma produção original para o Paramount+ nos Estados Unidos, mas acabou sendo decidido que, no Brasil, o longa-metragem teria exibição nos cinemas.
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A atriz comentou recentemente sobre a experiência, especialmente por não ter sido auxiliada com efeitos visuais.
“Desde o início, adorei esse desafio de ser capaz de interpretar uma criança, porque isso quase nunca foi feito, historicamente. Então, só conseguia pensar, ‘Um adulto nunca reprisou o papel que desempenharam quando criança.’ É meio impossível. E nós fizemos isso.”
Explicou.
“Não usamos efeitos especiais, não usamos nenhum truque de maquiagem. Sinto que isso fez esse filme funcionar. Voltar (a parecer que tinha apenas 9 anos) é até um pouco assustador.”
Em Orfã 2: A Origem, Leena Klammer (Fuhrman) consegue orquestrar uma brilhante fuga de um hospital psiquiátrico na Estônia, conseguindo chegar até solo norte-americano. Lá, ela irá fingir ser a filha desaparecida de uma família amigável. No entanto, a nova vida de Leena, agora conhecida como ‘Esther’, tomará um rumo inesperado ao precisar enfrentar uma mãe (Julia Stiles) disposta a fazer qualquer coisa para proteger aqueles que ama.
O filme original chegou aos cinemas em 2009 com direção de Jaume Collet-Serra (Noite Sem Fim, Águas Rasas), arrecadando US$ 80 milhões. O elenco naquela ocasião trouxe Vera Farmiga e Peter Sarsgaard.






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