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Atualmente em exibição no Prime Video, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder quase foi produzida pela Netflix.

De acordo com relatório do The Hollywood Reporter, a oferta era maior, em um valor estimado de US$ 250 milhões para a família de J.R.R. Tolkien.

Na época, esse valor havia sido atribuído à Amazon Studios, mas não está correto.

Fontes consultadas pela reportagem confirmam que a oferta da companhia de Jeff Bezos foi “dezenas de milhões de dólares a menos”.

Então, por que a Netflix acabou sendo recusada? Controle criativo, aparentemente.

Grande parte do discurso do Prime Video para a propriedade de Tolkien era “uma promessa de uma relação próxima que daria à propriedade um lugar criativo à mesa para que pudesse proteger o legado da obra”.

Não à toa, Simon Tolkien participou ativamente do desenvolvimento.

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A série traz para as telas pela primeira vez as heroicas lendas da Segunda Era da Terra-Média.

Esse drama épico é situado milhares de anos antes dos eventos das principais obras de J.R.R. Tolkien, O Hobbit e O Senhor dos Anéis, e vai levar o público para um período onde grandes poderes eram forjados, e reinos ascendiam para a glória e caiam em ruínas. Heróis improváveis ​​serão testados, e a esperança ficará pendurada pelo mais fino dos fios, e o maior vilão já criado por Tolkien ameaçou cobrir todo o mundo na escuridão.

Começando em uma época de relativa paz, a série segue um importante grupo de personagens, com figuras novas e familiares, enquanto confrontam o ressurgimento do mal na Terra-Média. Das profundezas das Montanhas da Névoa, até as fabulosas florestas da capital élfica Lindon, até a ilha de Númenor, e os cantos mais profundos do mapa, esses reinos e personagens vão cravar seu legado, algo que irá ficar marcado até muito além na história.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder está em exibição, tendo inclusive se tornado a maior estreia da história do Prime Video, com 25 milhões de espectadores.