Fazendo jus à sua constelação, Aldebaran de Touro é o maior dos Cavaleiros de Ouro de Atena, um verdadeiro tanque. No entanto, sua velocidade não deve ser subestimada por isso, afinal ele tem um dos golpes mais velozes de Cavaleiros do Zodíaco, o Grande Chifre.
Aliás, Aldebaran tem um significado ainda maior para nós brasileiros, afinal, ele é um de nós. No artigo de hoje, trazemos 10 fatos sobre esse personagem, que vão desde a sua história e desenvolvimento no anime/mangá até suas habilidades e impacto na trama. Além de, é claro, algumas curiosidades.
10 – Origem do nome

Aldebaran é um dos nomes comuns de Alpha Tauri, a estrela mais brilhante da constelação de Touro. O nome vem do árabe e significa “o seguidor”. Talvez você possa achar coincidência que justo alguém com esse nome se torne o cavaleiro de touro, mas na verdade não é bem assim.
No videogame Saint Seiya Online é mencionado que, como outros Cavaleiros de ouro do passado, ele decidiu mudar seu nome para Aldebaran, a estrela gigante de Touro. Ainda segundo o game, seu nome verdadeiro é Tiago.
9 – Visual

O mangá traz algumas cores diferentes em relação ao anime, especialmente no que se refere a cores de armaduras e de cabelos de personagens. Algo bem característico dos 12 cavaleiros de ouro, por exemplo, é quase todos são loiros, com excessão apenas de Shura, Máscara da Morte a Camus.
Sim, Aldebaran de Touro também é loiro no mangá, embora suas mudanças de visual vão além disso. No anime seu cabelo é um pouco mais curto e na cor roxa, mas outra mudança crucial é que ele tem a pele morena, enquanto que no mangá é branco como os outros.
8 – Personalidade

Apesar de sua aparência intimidante, Aldebaran é humilde, amigável, leal e honrado entre seus companheiros, além de seguir estritamente os regulamentos e leis do Santuário. No entanto, se preciso, ele também pode deixar as convenções de lado para seguir o que diz o seu coração.
Ele é amigável assim que conhece uma pessoa, e parece se dar muito bem com Mu de Áries, seu vizinho. Mais tarde, ele também desenvolve uma amizade com Seiya, como mencionado na adaptação em anime da Saga de Hades.
Seu senso de honra também é algo a se destacar, já que em sua luta contra Seiya, após o Cavaleiro de Pégaso corta um dos chifres do elmo de sua armadura, ele o deixa passar aceitando sua derrota. Ele prefere não restaurar o chifre, como prova de que ele também sabe aceitar sua derrota com cavalheirismo.
7 – Brasileiro

Um fato que a essa altura todo mundo já sabe, é que Aldebaran é o nosso representante brasileiro em Os Cavaleiros do Zodíaco, tendo nascido e treinado aqui em nossas terras. Mas afinal, de que estado veio Aldebaran?
Bem, a resposta, ou o mais próximo disso, veio recentemente, graças ao site CavZodíaco. Acontece que eles tiveram acesso a um jogo de tabuleiro lançado pela Bandai no final dos anos 80, que conta com um mapa indicando os locais de origem de alguns dos personagens da série. E de acordo com esse mapa, tivemos a confirmação de que Aldebaran não apenas é brasileiro, mas é também do estado do Pará. Claro que pode ter sido apenas uma escolha aleatória, mas como estamos falando de um produto oficial, é o que temos de mais concreto.
6 – Fiel a Atena

Embora seja, conforme já citado, extremamente fiel às regras do Santuário e à crença de que a verdadeira Atena descansa em um quarto atrás do Salão do Grande Mestre, Aldebaran é um dos primeiros cavaleiros de ouro a desconfiar que existe algo de errado.
É sua fidelidade a Atena que faz com que ele, mesmo desconfiado, comece a questinar se a jovem Saori Kido que os cinco cavaleiros de bronze defendem pode realmente ser a reencarnação da Deusa. Mesmo assim, ele não deixa os cavaleiros simplesmente avançarem, ao que Seiya responde que irá quebrar um de seus chifres. Aldebaran acha graça e afirma que, se por um milagre, o Cavaleiro de Pégaso conseguir fazer isso, aceitará a derrota e o deixará passar. Por fim, Seiya consegue fazer exatamente isso, e Aldebaran permite que sigam para a próxima casa.
5 – Grande Chifre

A técnica mais poderosa do Cavaleiro de Touro é o “Grande Chifre”, que pode ser usada de duas maneiras diferentes:
A primeira é um ataque ofensivo e defensivo ao mesmo tempo. O golpe é parecido com o Iainuki (golpe rápido de espada desferido em guarda). A postura para disparar o Grande Chifre é manter os braços cruzados. O Cavaleiro de Touro descruza e cruza novamente os braços na velocidade da luz e, ao movimentar seus braços nessa velocidade, ele cria uma massiva rajada de energia poderosíssima.
Já a segunda forma é um ataque totalmente ofensivo. Ele concentra seu Cosmo em seus punhos e dispara uma poderosa rajada de energia para frente, podendo assim, despedaçar seu inimigo, sendo a essência desta segunda forma o Cosmo concentrado do Cavaleiro de Touro.
4 – Sempre o primeiro

Seja por uma questão de coincidência ou simplesmente um metódo formulaico de Kurumada construir suas sagas, existem alguns elementos que sempre se repetem em Cavaleiros do Zodíaco. E um deles diz respeito ao cavaleiro de ouro de Touro.
Acontece que Aldebaran é sempre o primeiro cavaleiro de ouro a lutar contra os inimigos em todas as Sagas. No santuário, considerando que não houve luta dos cavaleiros de bronze com Mu, ele foi o primeiro a enfrentá-los. Na saga de Poseidon ele foi o primeiro a ser atacado pelos Marinas, enfrentando Sorento de Sirene. E na Saga de Hades ele enfrentou Niobe, em uma luta que inclusive custou sua vida. Na saga exclusiva do anime, Asgard, ele enfrentou Bado que o atacou de surpresa.
3 – Aldebaran de… Tartaruga?

E por falar ali na luta com o Sorento, ele e Aldebaran estrelam um dos momentos mais bizarros de todo o mangá – uma sequência que inclusive ficou de fora da adaptação em anime por motivos óbvios.
Isso acontece bem no comecinho da Saga de Poseidon, quando os Cavaleiros de Bronze estão se recuperando no hospital e Aldebaran se prontifica para fazer a segurança deles. Na madrugada, Sorento ataca, e imediatamente arranca a cabeça do cavaleiro de Touro. Ele até comemora o feito, segurando a cabeça do cavaleiro. Mas será que ele fez isso mesmo? Porque logo em seguida o corpo de Aldebaran se ergue.
E aí, amigos, somos surpreendidos com uma das cenas mais infames de todo o mangá. Aldebaran, o cavaleiro de tartaruga, que encolheu sua cabecinha para dentro da armadura para o Sorento acredita que tinha arrancado ela. Desafio vocês a dizerem algum cavaleiro que tenha realizado um feito mais incrível que esse.
2 – A Morte de Aldebaran

No início da Saga de Hades, Mu corre para a Casa de Touro enquanto persegue Saga de Gêmeos, Camus de Aquário e Shura de Capricórnio, os cavaleiros renegados. Lá, ele encontra Aldebaran de pé na frente dele. A princípio, ele fica aliviado ao acreditar que o cavaleiro estava bem. Infelizmente, depois de um tempo, Mu descobre que Aldebaran já havia sido morto por Niobe, um espectro de Hades.
Mu então se defendeu com sua técnica “Parede de Cristal” do ataque de Niobe. Depois disso, ele se afastou silenciosamente. Niobe ficou surpreso, até que Mu revelou que ele, de fato, já estava morto: o Grande Chifre de Aldebaran já o havia atingido e destruído todo o seu corpo. Ao se dar conta disso, Niobe morre.
1 – Ox de Touro

No passado, na Guerra Santa anterior, o Cavaleiro de Touro era Ox, de longe o maior Cavaleiro que o exercito de Atena já viu. Uma curiosidade interessante é que, assim como Aldebaran, Ox também morre de pé, em sua pose de ataque.
No entanto, Ox teve um pouco mais de sorte. É revelado que quando foi morto por Suikyou, a alma de Ox foi deixada em animação suspensa nas margens do Rio Aqueronte, o impedindo assim de morrer.
Ele é trazido de volta por Odisseu de Ofiúco, e Ox pensa estar no inferno por ver seu velho amigo. Entretanto, Odisseu explica que ele não estava realmente morto, considerando que sua alma ainda não havia cruzado o rio do Submundo.





