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A franquia Pânico alcançou um marco impressionante na indústria cinematográfica. A saga de terror oficialmente ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação nas bilheterias mundiais.

O feito histórico foi impulsionado pelo lançamento de Pânico 7. Em seus primeiros dias de exibição, a produção da Paramount e da Spyglass Media arrecadou US$ 97,2 milhões globalmente, garantindo o montante necessário para a conquista bilionária.

O desempenho de cada filme nos cinemas reforça o status da série como uma das maiores sagas de terror de todos os tempos. Confira os números de bilheteria global de cada longa-metragem:

  • Pânico (1996): US$ 173 milhões
  • Pânico 2 (1997): US$ 172,4 milhões
  • Pânico 3 (2000): US$ 161,8 milhões
  • Pânico 4 (2011): US$ 97,2 milhões
  • Pânico 5 (2022): US$ 138,8 milhões
  • Pânico VI (2023): US$ 169 milhões
  • Pânico 7 (2026): US$ 97,2 milhões (atualmente em cartaz)

Apenas no mercado interno dos Estados Unidos, o novo capítulo quebrou o recorde financeiro da própria franquia ao estrear com US$ 64,1 milhões, superando a marca estabelecida por Pânico VI, que detinha o recorde com US$ 44,4 milhões.

O analista financeiro David A. Gross, da Franchise Entertainment Research, destacou o forte desempenho da estreia: “Este é um negócio sensacional. Bater recordes é sempre bom”.

A nova iteração da saga superou um conturbado período de pré-produção, marcado pelas saídas das atrizes Melissa Barrera e Jenna Ortega, além da saída do diretor Christopher Landon.

Para reestruturar o projeto, o estúdio apostou na nostalgia e garantiu o retorno de Neve Campbell ao papel de Sidney Prescott. A direção foi assumida por Kevin Williamson, roteirista original da franquia.

A trama atual acompanha um novo assassino sob a máscara de Ghostface, focado em perseguir a filha da protagonista clássica.

O projeto conta com um orçamento estimado em US$ 45 milhões, o maior da série. Analistas apontam que a obra precisa atingir cerca de US$ 115 milhões para se pagar, valor que está muito próximo de ser alcançado devido à forte abertura.

O sucesso comercial de Pânico 7 traz alívio para a Paramount, que retoma a liderança das bilheterias americanas após um período de seca de 12 meses. A vitória ocorre em meio ao fechamento do acordo da empresa com a Warner Bros. Discovery, sob a liderança do CEO David Ellison.

Apesar dos altos lucros, a recepção dividiu opiniões. A obra registra apenas 34% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes e recebeu a nota “B-“ nas pesquisas do CinemaScore, avaliações medianas que indicam a possibilidade de quedas de público nas próximas semanas.

O montante total de US$ 1 bilhão veio graças ao desempenho de Pânico 7, que está agora em exibição nos cinemas do Brasil.

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