No Reino de Wakanda, diferente de outras partes do mundo real, as mulheres não sofrem com discriminação de gênero, e uma atriz de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre explicou como isso acontece.
Falando com o The New York Times, Lupita Nyong’o disse que em Wakanda, as mulheres são vistas por seus conhecimentos, crenças e paixões, e não simplesmente por seu gênero.
A atriz compartilhou ainda seu desejo para que o mundo se sinta inspirado por Pantera Negra 2, e se esforce mais para acabar com a discriminação de gênero.
“A desvalorização das mulheres por causa de seu gênero não existe em Wakanda. Vimos isso no primeiro filme, e é por isso que ele ressoou. Este novo filme continua com a presunção de que este é um mundo onde essas coisas não existem. Mas a questão que estamos abordando não é a feminilidade delas. São suas crenças, paixões, amores e argumentos, e cria um drama robusto. Espero que o mundo como o conhecemos assista e seja inspirado pelo filme.” – Disse Nyong’o.
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Em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda.
Além de introduzir Tenoch Huerta (Narcos: México) como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne (Judas e o Messias Negro) como Coração de Ferro, e Michaela Coel como Aneka.
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre está previsto para 10 de novembro no Brasil, com Ryan Coogler na direção.