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Um processo movido por 12 estados dos EUA para bloquear a compra da Paramount Skydance pela Warner Bros. Discovery está recebendo uma resposta do próprio conglomerado, que define a ação como uma das tentativas mais “fracas” para barrar uma fusão na história da indústria. 

A moção, que alega violação das leis antitruste, ao afirmar que a união entre os estúdios criará um monopólio ilegal no setor de entretenimento, recebeu uma oposição por parte dos advogados da PSKY

“É fácil para os concorrentes atuais crescerem no mercado – como a Universal, Disney, Amazon MGM, Sony, Lionsgate, A24 e NEON -, o que faz com que os dados de monopólio trazidos pelo processo não tenham importância, apenas garantindo que a concorrência continuará forte. A realidade financeira da distribuição de filmes e as vantagens econômicas dessa fusão provam que o negócio vai, na verdade, aumentar a quantidade de filmes nos cinemas, sem encarecer os custos para as salas de exibição.” 

Liderada pelo procurador geral da Califórnia, Rob Bonta, a coalização entre os 12 estados apresentada na última segunda (12), expõe preocupações sobre possíveis prejuízos aos cinemas e distribuidoras de TV a cabo. 

Na ação, Bonta e os representantes dos demais estados, também apontam que os estúdios serão detentores de dois dos três maiores proprietários de canais a cabo, exercendo uma “influência injusta sobre provedores de TV a cabo e via satélite”.

A audiência, que analisará o pedido de bloqueio do negócio avaliado em US$ 111 bilhões, está marcada para esta sexta-feira, 17 de julho, perante a juíza Araceli Martinez-Olguin

David Ellison, CEO da PSKY, espera concluir a compra pela Warner Bros. Discovery até o fim do terceiro trimestre deste ano, prometendo mais de 30 lançamentos cinematográficos pela entidade fundida. 

A finalização do negócio também resultará na fusão entre os streamings Paramount+ e HBO Max em um único serviço de streaming.

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Fonte: Variety.