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A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou sem restrições a fusão de Paramount e Warner Bros. Discovery no Brasil (via Meio & Mensagem). A análise do órgão concluiu que a operação comercial não oferece riscos para a livre concorrência no mercado nacional.
O negócio de US$ 111 bilhões poderá ser finalizado juridicamente no país até 22 de julho, após o encerramento do prazo de 15 dias para recursos. A transação envolve a integração de estúdios, direitos de distribuição cinematográfica e marcas registradas.
O parecer oficial apontou que a presença de outras plataformas concorrentes assegura a disputa saudável no mercado de entretenimento.
Nos Estados Unidos, o Departamento de Justiça já aprovou o acordo comercial, mas procuradores de estados como Nova York e Califórnia cogitam abrir processos judiciais. Rob Bonta, procurador-geral da Califórnia, comentou sobre o andamento das negociações: “A fusão não está fechada.”
David Ellison trabalha com a meta de concluir a transação globalmente até 30 de setembro deste ano. Órgãos reguladores do Reino Unido e da União Europeia também iniciaram investigações próprias para avaliar os impactos econômicos da fusão.
Os conteúdos audiovisuais de ambas as marcas estão disponíveis para o público nos serviços de streaming HBO Max e Paramount+, que devem em breve ser combinados em uma só plataforma turbinada, sem nome confirmado ainda.