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A Paramount saiu vitoriosa de um processo envolvendo Top Gun: Maverick.
O processo foi movido pelos herdeiros de Ehud Yonay, o autor de um artigo de revista de 1983 que inspirou o primeiro Top Gun.
Eles argumentavam que, para produzir a sequência, a Paramount deveria ter renegociado uma nova licença de direitos autorais, o que não fizeram.
No entanto, o juiz distrital dos Estados Unidos, Percy Anderson, concluiu que os elementos do enredo de Top Gun: Maverick são “amplamente diferentes” do artigo que inspirou o primeiro longa-metragem, dando à Paramount o direito de desenvolver a sequência sem consultar os herdeiros do autor.
Além disso, como ambos os trabalhos giram em torno de uma escola de treinamento de pilotos de caça da vida real, o tribunal concluiu que quaisquer semelhanças sobrepostas nesse sentido não são protegidas pela lei de direitos autorais.
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Com direção de Joseph Kosinski (Oblivion), Top Gun: Maverick serviu como sequência do clássico Top Gun: Ases Indomáveis.
A bilheteria ao redor do mundo superou US$ 1,4 bilhão.
O filme é situado cerca de trinta anos após a trama do original, com Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) tendo que treinar um grupo de jovens pilotos para uma missão impossível.
Fonte: Hollywood Reporter






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