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A Activision confirmou que continua em negociações com a Nintendo para levar a franquia Call of Duty para o Nintendo Switch. A informação surge após o recente anúncio de Call of Duty: Black Ops 7, que não incluiu o console da Nintendo entre suas plataformas de lançamento, gerando questionamentos entre os fãs e a indústria.
A ausência do Nintendo Switch na lista de plataformas chamou atenção, especialmente por conta de um acordo de 10 anos assinado em 2022 entre a Microsoft (proprietária da Activision) e a Nintendo. Este acordo foi firmado com o objetivo de aliviar as preocupações dos órgãos reguladores globais sobre a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft.
Desafios técnicos e compromissos
Em comunicado, a Activision reforçou o compromisso: “Estamos empenhados em levar a franquia para o Switch. Ambas as equipes estão trabalhando nisso. Compartilharemos detalhes quando estiverem prontos.” No entanto, a empresa não forneceu um cronograma específico para o lançamento.
Autoridades como a Competition and Markets Authority (CMA) do Reino Unido já haviam levantado dúvidas sobre a capacidade técnica dos consoles Nintendo em rodar as versões modernas de Call of Duty com qualidade similar às de Xbox e PlayStation. Apesar disso, o acordo de 10 anos permanece um ponto crucial na estratégia da Microsoft de levar seus jogos a mais pessoas, independentemente da plataforma.
A série Call of Duty tem sido tema de discussões recentes, incluindo a polêmica sobre anúncios de bundles de armas dentro do jogo Call of Duty: Black Ops 6, um título que já exige um custo inicial. Além disso, a Activision anunciou o fim do suporte para Call of Duty: Warzone Mobile.
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Fonte: Gaming Bolt






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