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Responsável pelo primeiro filme solo da Mulher-Maravilha, a diretora Patty Jenkins concedeu entrevista ao site da Vanity Fair e comentou sobre a importância da super-heroína em sua vida.

“Acho que empatia é uma das minhas coisas favoritas sobre a Mulher-Maravilha. A questão do heroísmo é que você precisa manter seu amor e sua compaixão intactos enquanto tentar mudar o mundo. Então, quando fui convidada para dirigir o primeiro filme, fiz de tudo para que esse sentimento fosse mantido. Foi algo muito importante para mim quando era mais jovem. Ela era uma inspiração. Uma mulher que sempre lutava pelo bem maior, mas também tinha amor, compaixão e gentileza por todos ao seu redor. Não existia nada mais transformador naquela época. Foi realmente poderoso, e definiu uma geração.”

Explicou.

“Por muito tempo, disseram que as personagens femininas e fortes não podiam ser vulneráveis, divertidas.. e não poderiam nem mesmo se apaixonar. Sempre fui contra isso. A força dessas personagens não é definida desse jeito.”

Em Mulher-Maravilha 1984, a Princesa Amazona irá enfrentar Maxwell Lord e Mulher-Leopardo, vilões interpretados por Pedro Pascal e Kristen Wiig.

Patty Jenkins retorna como diretora, co-roteirista e produtora, e a equipe criativa é completada por Dave Callaham (Os Mercenários) e Geoff Johns (Stargirl).