
O primeiro filme solo da Mulher-Maravilha mostrou a heroína se aventurando no mundo dos homens enquanto tentava acabar com a Primeira Guerra Mundial. Em combate com soldados inimigos, Diana não hesita em derrubar seus oponentes com sua espada e escudo. No entanto, após a decisão de Superman de matar Zod em Homem de Aço e o estilo de luta letal do homem morcego em Batman vs Superman, alguns fãs trazem a tona novamente o debate se os super-heróis devem ou não matar.
Em uma entrevista com a IGN, a diretora Patty Jenkins discutiu a posição de Diana em matar e como sua vontade de tirar vidas difere das de outros super-heróis.
“Ela é um dos super-heróis, curiosamente, que não é adverso a matar quando necessário, o que é fascinante. Mas ela também é a que tem a menor chance de fazê-lo, penso eu, porque ela sempre tentará qualquer outra coisa antes que ela recorra a matar qualquer um. Esse é um equilíbrio incrível da Mulher Maravilha.”
Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.
Mulher-Maravilha já está em exibição nos cinemas (confira aqui nossa crítica), com direção de Patty Jenkins. O elenco tem Gal Gadot como a protagonista, Connie Nielsen como Rainha Hipólita e Chris Pine como Steve Trevor.




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