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A maioria das histórias de origem de super-heróis começam com algum evento trágico, como a morte de um membro da família ou alguma outra tragédia. No entanto, Mulher-Maravilha não é bem assim. Diana se torna uma heroína pelo seu senso de bondade e justiça, motivada a salvar o mundo.

Em entrevista ao Collider, a diretora Patty Jenkins revelou que queria que Mulher-Maravilha fosse uma heroína que abraçasse sua importância e habilidades por querer simplesmente fazer o melhor para a humanidade.

“Mulher Maravilha tem uma genuína compaixão pelo homem. Querendo ver o melhor dele, e querendo ajudar a humanidade, homens e mulheres, seres humanos. Mas o que o personagem também teve em cada encarnação era seu desejo de ser ser um herói. Sua mãe era uma heroína, sua tia era uma heroína, e ela sentiu que era o destino de si mesma também ser, e então queria cumprir esse destino desde o início, desde que era pequena.”

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Mulher-Maravilha já está em exibição nos cinemas (confira aqui nossa crítica), com direção de Patty Jenkins. O elenco tem Gal Gadot como a protagonista, Connie Nielsen como Rainha Hipólita e Chris Pine como Steve Trevor.

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.