
Dirigido pelo brasileiro José Padilha, o reboot de Robocop acabou não se saindo bem nas bilheterias ao redor do mundo e também não caiu nas graças da crítica. Sofrendo com vários problemas durante as filmagens, um deles a respeito do baixo orçamento (US$ 100 milhões) para o tamanho da produção, o filme ganhou mais uma opinião negativa recentemente, e não de qualquer um.
Em recente entrevista ao Collider, Paul Verhoeven, diretor do original, não aprovou o tom escolhido para o retorno do personagem às telonas.
”Eles acharam que os momentos cômicos eram um problema, então decidiram pegar uma história absurda e deixa-la séria demais. Foi um erro. Em Robocop (2014), ele acorda e está com o mesmo cérebro. Ele está terrivelmente machucado, amputado.. É algo horrível e trágico desde o inicio. Não fizemos isso no original. Após seu incidente, seu cérebro se foi, e ele tem apenas vagas memórias de quem realmente é. Quando você o coloca nessa situação, de manter sua consciência ou algum tipo de cérebro robotizado, não ajuda a trama em nada.”
Lembrando que, segundo rumores reportados anteriormente, uma sequência está em discussão na Sony, mas não é uma das prioridades do estúdio para os próximos anos.