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Em estudo publicado na última segunda-feira (29), o Instituto Nacional de Saúde dos EUA apontou um aumento de 28,9% de casos de suicídio entre pessoas de 10 e 17 anos no mês seguinte ao lançamento de 13 Reasons Why.

A série foi lançada na Netflix em março de 2017, e de acordo com o relatório do INS, abril de 2017 foi o mês com o maior número de suicídios desta faixa etária em cinco anos no país.

Apesar da insinuação de uma ligação direta entre o lançamento da série e o aumento nos casos de suicídio, o professor responsável pela pesquisa, Joel Greenhous, afirmou que não há certeza desta conexão, já pesquisa não pode concluir que 13 Reasons Why teve influência direta nos números.

No dia seguinte a divulgação da pesquisa, um porta voz da Netflix veio a público para rebater o estudo:

“Nós vimos o estudo, que conflita com uma pesquisa da última semana da Universidade da Pensilvânia. É um tópico muito importante e nós estamos trabalhando duro para garantir que estamos tratando com responsabilidade esse tema sensível.”

Desde seu lançamento, 13 Reasons Why, ao mesmo tempo em que foi sucesso entre o público adolescente, também foi bastante criticada pelo fato de romantizar o suicídio e, consequentemente, possivelmente induzir jovens com tendências suicidas a praticarem tal ato.

Mesmo com essa divisão de opiniões, a série já foi renovada para uma 3ª temporada, que está em produção pela Netflix.

Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Dylan Minnette) por Hannah (Katherine Langford), sua amiga e paixão platônica secreta de escola. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete, onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida – além de instruções para elas serem passadas entre os demais envolvidos.



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