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Em entrevista com o IGN, a roteirista-chefe de Pinguim, Lauren LeFranc, explicou o desafio de “humanizar” Oswald “Oz” Cobb. Apesar de trazer nuances para o personagem, ela queria deixar claro que ele é um vilão, cujas ações não são justificadas.
“É desafiador tentar descobrir o equilíbrio entre a humanidade [de Oz] e trazer um nível de empatia para ele, o que eu acho que é realmente essencial na criação de personagens e em aprofundá-los, e ainda assim ter certeza e estar sempre ciente do fato de que ele não é um bom homem, que ele é um indivíduo muito complicado”, disse. “Eu não queria que ninguém se sentisse gratificado por suas escolhas. Isso foi muito importante para mim, então, para mim, acho que é um equilíbrio.”
“Uma coisa que realmente me veio à mente é que qualquer um que esteja em um certo nível de poder chega a esse lugar, porque as pessoas acreditam neles, porque eles são charmosos, porque eles te atraem”, ela disse. “Sempre há uma qualidade magnética para as melhores e mais poderosas pessoas nesse aspecto.”
“Com isso pode haver escuridão, e você pode não entender isso ainda, e pode ser confuso, e de alguma forma é assim que você obtém algumas dessas personalidades maiores que permearam nossa própria cultura e nossa própria sociedade”, continuou. “Então, para mim, era sobre esse nível de honestidade e ter certeza de que eu representava Oz dessa forma.”
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A série conta com Lauren LeFranc (Impulse, Chuck) como showrunner, Matt Reeves (Batman) como produtor, e Craig Zobel como líder do time de diretores.
Primeiro derivado da Saga do Batman, Pinguim traz Oz Cobb (Colin Farrell) como um dos líderes do sindicato do crime de Gotham, tendo que lidar com uma luta por poder no submundo da cidade.
Fonte: Comic Book Resources