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A Pixar sofreu demissões em massa como parte de uma nova rodada de cortes promovida pela Disney, de acordo com a Variety. A reestruturação dispensou centenas de funcionários em diversas divisões do conglomerado de entretenimento.
Além do estúdio de animação, os desligamentos afetaram a ESPN e a Disney Entertainment Television, com impacto expressivo no canal National Geographic. Na Pixar, os cortes concentraram-se sobretudo nos setores de produção e operações.
A medida reflete uma mudança de estratégia para reduzir o volume total de projetos e priorizar lançamentos voltados para os cinemas. A decisão tenta reverter o modelo adotado durante a pandemia, quando produções eram lançadas diretamente no streaming Disney+.
Os novos desligamentos ocorrem poucos meses após a dispensa de cerca de 1.000 colaboradores sob a gestão de Josh D’Amaro.
“Buscamos uma força de trabalho mais ágil e preparada para o futuro do entretenimento”, declarou D’Amaro sobre as mudanças.
As demissões na Pixar foram justificadas, em parte, por conta do desempenho de produções como Elio e Cara de Um, Focinho de Outro. Embora Elio realmente tenha sido um fiasco, Cara de Um, Focinho de Outro não foi tão mal assim.
A animação lançada no começo de 2026 arrecadou US$ 389,5 milhões na bilheteria mundial, diante de um orçamento de US$ 150 milhões, um resultado considerado bastante decente para uma história original, sem ligação com franquias. Muito estranho.
O lançamento mais recente da Pixar, Toy Story 5, que já arrecadou quase US$ 1 bilhão ao redor do mundo, continua em cartaz nos cinemas do Brasil.






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