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Diretamente de sua apresentação na CinemaCon, a Walt Disney Studios exibiu treze minutos do aguardado Planeta dos Macacos: O Reinado, acompanhados da confirmação de uma exibição em IMAX, algo inédito para a franquia.
A prévia estendida trouxe cenas ensolaradas de cachoeiras majestosas, com uma águia voando sobre as águas. As cachoeiras dão lugar às ruínas cobertas de árvores da civilização humana, destruídas quando o vírus que deu inteligência aos macacos em Planeta dos Macacos: A Origem também matou grande parte da população humana e tirou a fala dos sobreviventes.
Conhecemos Noa com dois de seus amigos enquanto seguem a águia até seu ninho. Ele e seus companheiros macacos falam em frases curtas enquanto discutem qual dos três ovos da águia pegar e qual deixar para trás, de acordo com a lei dos macacos. Eles planejam criar as águias como companheiras de caça.
O trio explora mais, e Noa descobre outro ninho com mais ovos em um penhasco perigoso. Mas a águia retorna, o derruba do ninho e o deixa pendurado na beira de um dos edifícios em ruínas.
É claro, nosso protagonista sobrevive, e vemos Noa se reunindo com seus pais em sua aldeia. Enquanto a tribo vive em paz, a vila é destruída por um exército de macacos enviado por Próximo César, um senhor da guerra que se autodenomina em homenagem ao herói César, e que busca escravizar tanto macacos quanto humanos.
Noa acorda após o ataque para encontrar a aldeia destruída e seu pai morto. Abandonado, ele encontra apenas um outro ser vivo entre os destroços: uma das águias dos ninhos próximos.
Depois de enterrar seu pai, ele jura encontrar o resto de seu povo e libertá-los das garras de Próximo.
A trilogia arrecadou mais de US$ 1,5 bilhão nas bilheterias globais.
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O filme é situado cerca de 300 anos após Planeta dos Macacos: A Guerra, mostrando um mundo dominado pelos símios, bem próximo daquele visto na trilogia original de Planeta dos Macacos, produzida entre o final dos anos 60 e início dos anos 70.
A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil.
Fonte: TheWrap






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