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A morte do ator Peter Greene, conhecido mundialmente por papéis icônicos como o vilão Zed em Pulp Fiction: Tempo de Violência e Dorian Tyrell em O Máskara, ganhou contornos sombrios e misteriosos neste fim de semana.

O ator de 60 anos foi encontrado morto em seu apartamento no Lower East Side, em Nova York, na última sexta-feira (12). Embora a polícia tenha declarado inicialmente ao The Post que não havia suspeita imediata de crime, relatos divulgados pelo New York Daily News descrevem uma cena do crime perturbadora, levantando a hipótese de assassinato.

Um vizinho, que presenciou a descoberta do corpo, descreveu o cenário ao jornal:

“Peter estava deitado no chão, de bruços, com um ferimento no rosto, sangue por toda parte…”

O detalhe mais intrigante do caso envolve um bilhete manuscrito encontrado ao lado do corpo do ator. A mensagem dizia: “Ainda sou um Westie”.

A frase é uma referência direta aos “Westies”, uma notória gangue irlandesa-americana que operava no bairro de Hell’s Kitchen, em Manhattan, durante os anos 1970 e 1980. Até o momento, não está claro qual seria a conexão de Greene com o grupo ou o significado da mensagem no contexto de sua morte.

A morte foi confirmada por Gregg Edwards, empresário e amigo de longa data de Greene. O falecimento pegou todos de surpresa, já que o ator estava escalado para iniciar as filmagens de Mascots, um thriller independente onde atuaria ao lado de Mickey Rourke.

Em comunicado, Edwards lamentou:

“Verdadeiramente um dos grandes atores da nossa geração. Ele tinha um coração enorme. Vou sentir muita falta dele. Ele era um grande amigo.”

A causa oficial da morte ainda será determinada pelo médico legista. Greene deixa um filho de 16 anos, Ryder.

Além de marcar a cultura pop como o sádico Zed em Pulp Fiction, Greene teve uma carreira prolífica interpretando “bad guys” carismáticos no cinema e na TV.

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