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A saga dos Androides é uma das mais bem queridas pelos fãs de Dragon Ball Z. Além da adição de novas formas de Super Saiyajins (em uma época que isso era novidade), tínhamos também a introdução de robôs bem diferentes do que conhecemos na saga Dragon Ball, ainda que fossem feitos pelo mesmo criador, o Dr. Gero.

Um dos destaques é o Androide 16, que possuía uma natureza gentil e um instinto protetor, formando uma bela amizade com Gohan, que sentiu bastante a morte do personagem. Mas logo após a derrota de Cell, um pedido foi feito para reviver todos aqueles que morreram durante a saga, entretanto, o gigante gentil não voltou. Você sabe o motivo?

O Androide 16 foi morto durante a batalha com Cell. Antes da batalha, ele se tornou uma espécie de aliado dos Guerreiros Z, especialmente de Gohan. Graças ao seu amor pela natureza, ele se tornou totalmente o oposto do que o Dr. Gero planejava. Antes de ser destruído, o 16 pede para Gohan defender o planeta e toda a vida inocente nele. A morte de 16 faz Gohan entrar em um modo de raiva nunca antes visto, o que o ajudou a aumentar o poder do Super Saiyajin 2 e derrotar Cell.

Após a destruição do vilão, as Esferas do Dragão foram usadas para reviver todos que foram massacrados. E assim tivemos o retorno dos Androides 17 e 18, mas não do 16. Acontece que, neste caso, esses dois eram originalmente humanos, que foram alterados ciberneticamente pelo Dr. Gero, se transformando em Ciborgues. Já o Número 16 era completamente robótico, ou seja, sua vida era artificial e Shenlong não consegue reviver seres artificiais. É por isso que ele não retorna.

Ironicamente, o anime acaba quebrando esta regra posteriomente. Durante a saga Buu, o Androide 8, um antigo amigo de Goku, que parece um Frankenstein, é revivido, além da personagem Arale de Dr. Slump, que também é uma máquina. O mesmo acontece no filme ‘O Caminho do Poder’, em que vemos o Androide 8 sendo revivido pelas esferas do Dragão. Mas vale dizer que isso só acontece no anime e não no mangá.

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.