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Bem-vindo à quarta edição da newsletter sem título do O Vício. Na semana passada, trouxe algumas apurações exclusivas sobre Resident Evil e The Flood. Nesta semana, o assunto não poderia ser outro senão a catástrofe de Supergirl (2026). Portanto, não trarei um grande furo, mas discutirei como esse fracasso da DC Studios estabelece as novas regras para o cinema de super-heróis.
Esta é mais uma edição editada e assinada inteiramente por mim (Ramon Vitor). Muito obrigado pelo apoio. O desempenho da edição passada foi ótimo, e os comentários têm sido muito positivos. Em outras palavras, você, caro leitor, é quem sustenta este formato que exige tanta energia para ser produzido.
Ainda nesta edição: uma breve resenha sobre o excelente final de O Urso; notícias sobre o filme de um ídolo do Vasco; e a retirada de um curioso filme de ação do calendário de estreias. Há também dicas culturais sobre um thriller de mistério com samurais que vem sendo aclamado pela crítica, além do filme mais divertido da filmografia de Martin Scorsese. E, claro, preparei um apanhado com os rumores mais quentes e recentes sobre Vingadores: Doutor Destino (2026). Aproveite o conteúdo:
Supergirl é o obituário do cinema de super-heróis “feijão com arroz”

Com queda drástica nas projeções de bilheteria e um B- no CinemaScore, não existe outra forma para definir o resultado de Supergirl senão um tremendo desastre. Convenhamos, é, sim, um filme capenga, mas está bem longe de ser a “Bomba de Hiroshima” que a internet, viciada em hipérboles, está alimentando por puro FOMO. É um efeito parecido — ou talvez pior — com o que aconteceu com The Flash (2023) — que é um filme com muito mais autenticidade que Supergirl. Mas, para quem se importa com o futuro do DC Studios, é preciso tirar lições dessa catástrofe que, não, não condena o DCU, mas deixa um gosto amargo logo na entrada.
Hollywood está sempre tirando as lições erradas tanto dos grandes sucessos quanto dos fracassos. A conclusão mais equivocada sobre Supergirl é que o fracasso se deve à baixa popularidade da personagem. É como ler por aí que, se o segundo filme do DCU fosse sobre o Batman, essa crise não existiria. Deixe-me dizer uma coisa: se o filme do Batman do DCU fosse tão apressado e desleixado quanto Supergirl, não apenas seria um fracasso, como causaria a demissão de James Gunn ainda durante a produção de Homem do Amanhã (2027). As pessoas ignoram isso, mas Zack Snyder foi demitido de Liga da Justiça (2027) mais pelo que fez com a marca do Batman — que é a maior de toda a Warner — do que com o Superman.
Não há nenhum personagem popular dos quadrinhos, dos games ou do que quer que seja em Obsessão (2026), um terror original feito por um YouTuber, que arrecadou US$ 341,1 milhões ao redor do mundo — valor que pagaria as contas de Supergirl. Novamente, não é uma questão de popularidade.
Um comentário comum nas críticas por aí é o de que este filme passaria como sucesso em 2013 ou 2016, pois segue o mesmo padrão dos filmes das Fases 1 e 2 da Marvel. Olha, vou ser honesto. Até vejo sentido nisso. Em termos de nível técnico, Supergirl não é muito diferente de Capitã Marvel (2019), que bateu o bilhão. Mas é preciso entender que não estamos mais nessa época. As pessoas não se importam tanto com filmes de super-heróis quanto se importavam na década passada. Se a Marvel ainda consegue fazer mais de US$ 400 milhões com filmes como Shang-Chi, é porque estabeleceu o MCU como uma marca viva na memória do público — algo que o DCU ainda não alcançou, pois está no começo. Não dá para fazer um filme de gente de capa no modo “dá para passar de ano” e achar que terá algum sucesso moderado. Você vai acabar dependendo demais da sorte.
Nas obras de super-heróis desta década, ou você apresenta algo autêntico, ou melhor nem tentar. Supergirl adapta uma excelente HQ, mas com uma apatia visual frustrante. Como apontei na crítica, parece que Craig Gillespie estava apenas cumprindo tabela. Não se pode dizer que o trabalho dele é tecnicamente ruim — ele é um diretor competente no dia a dia —, mas, artística e sensorialmente, parece desconectado do projeto, como se não acreditasse naquilo. Seja qual for o porte do nome à frente, o DCU não avançará se seus realizadores não estiverem totalmente comprometidos. Supergirl é a prova de que o público sente a indiferença e não aceita mais fórmulas requentadas.
O lado positivo de a DC ter três projetos tão distintos este ano — sem o controle total de James Gunn — é que isso serve como um teste para o estúdio. Supergirl tentou jogar pelo seguro, com uma trama simplória de heroína. Lanternas e Cara-de-Barro, por outro lado, fogem desse núcleo, explorando propriedades da DC sob gêneros e abordagens inovadoras. Não tenho dúvidas de que a abordagem de Lanternas como uma série de detetives de alto conceito será um sucesso absoluto. Ainda que algum purista reclame, a série foi feita com alma. Não garanto o mesmo para Cara-de-Barro (2026), mas as exibições-teste são animadoras. Se ele superar Supergirl financeiramente — o que não é difícil —, 2026 será uma derrota para os entusiastas de fórmulas prontas.
O público exige novidade. Claro, os clássicos sempre chamam atenção, mas se você puder unir os dois mundos, do herói tradicional ao cinema de gênero de alto nível, como Batman: Parte II promete fazer ano que vem, estará no melhor cenário.
Enfim, Supergirl não é um filme injustiçado, nem o projeto certo no período errado. É um filme qualquer coisa, e o público está tratando-o exatamente como tal.
O legado do maior ídolo do Vasco chegará aos cinemas

Maior artilheiro da história do Brasileirão e ídolo do Vasco da Gama, Roberto Dinamite terá a sua história contada nos cinemas. A informação é de Lauro Jardim, do O Globo.
Intitulado Roberto Dinamite: O Imortal da Colina, o documentário promete revisitar toda a trajetória de vida de Bob. Você sabia que ele quase se transferiu para o Flamengo ao retornar do Barcelona? O ídolo do Vasco chegou a declarar em entrevista que seria uma satisfação jogar ao lado de Zico. Na verdade, todo vascaíno conhece essa história, já que Eurico Miranda, o responsável por evitar o desastre, fez questão de relembrar os detalhes diversas vezes enquanto esteve vivo. O filme abordará esse e outros casos marcantes.
Dirigido por Rafael Callomeni, o longa reunirá entrevistas, imagens de arquivo inéditas e registros contemporâneos. A narrativa será conduzida pelo ator Dilsinho Oliveira, que acompanhará encontros com familiares, ex-companheiros de equipe, jornalistas, dirigentes, amigos e outros personagens que fizeram parte da vida do craque dentro e fora dos gramados, incluindo o universo da política.
Roberto Dinamite: O Imortal da Colina chegará aos cinemas em algum momento de 2027.
Falando em Roberto, é impossível não lembrar de Rayan. O Cria da Colina passou de reserva do limitado Benjaminn Garré a titular da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo no intervalo de apenas um ano e dois meses. Essa ascensão meteórica remete a um vídeo antigo, no qual Dinamite aconselha um Rayan de apenas 11 anos a respeitar os pais e se dedicar aos treinos, prometendo que, assim, o Vasco o contrataria profissionalmente. Ao final, Bob ainda expressa o desejo de vê-lo marcando muitos gols com a camisa cruzmaltina.
Roberto Dinamite, maior ídolo da história do Vasco, dá conselhos a Rayan, então com 11 anos, em vídeo nostálgico.
🎥 @emerson_rocha | @dinizjotave
Nostálgico!— Futebol Nostálgico! (@futnostalgico) October 6, 2025
Em outubro passado, aos 19 anos e dois meses, Rayan quebrou o recorde de Roberto Dinamite como o jogador mais jovem a atingir a marca de 10 gols pelo Vasco em uma única edição do Brasileirão. Dinamite, que nos deixou em janeiro de 2023, não viu Rayan superar seu antigo feito, tampouco presenciou o primeiro gol do jovem como profissional, marcado em 11 de junho de 2023, quando o atual camisa 26 da Seleção Brasileira tinha 16 anos e dez meses.
O Urso, uma terapia intensiva de 5 temporadas

Após duas temporadas mornas, ainda que agradavelmente experimentais, O Urso atingiu seu ápice com um espetáculo de tensão inacreditável, consolidando Christopher Storer como um dos nomes mais promissores do cinema de suspense da atualidade.
“Ramon, mas O Urso é uma série…“
Sim! Mas é filmada como cinema, mesmo sem o orçamento de uma grande produção de filme. Storer parte de uma premissa que, à primeira vista, poderia parecer desinteressante — o funcionamento de um restaurante durante uma noite em que todas as circunstâncias conspiram contra — e a transforma em um thriller tão intenso quanto os momentos mais quentes de Fogo Contra Fogo (1995). É um feito técnico impressionante. A 5ª temporada dedica sete episódios a uma única noite, mantendo um fôlego constante. A sensação é de acompanhar, por quase quatro horas, a mesma tensão da sequência do tiroteio de Neil McCauley após o assalto frustrado a um banco.
Agora que a jornada chegou ao fim, já podemos elevar O Urso ao panteão das maiores séries já produzidas pela televisão norte-americana. Além de ter revelado ou impulsionado talentos notáveis — entre atores, roteiristas e cineastas —, a produção deixa como legado a lição de que a criatividade pode, sim, florescer sob pressão, mas que ela só atinge o seu potencial máximo quando conduzida com paixão.
Esta é, acima de tudo, uma história sobre como permanecer no ciclo da ansiedade, que o mundo nos dá de herança, é, mesmo que involuntariamente, uma escolha. Não é fácil perceber isso — e digo isso como alguém que conseguiu quebrar essas algemas. Envolve sair de si e observar o todo, entender por que as pessoas são tão duras com você e como você desconta isso nos outros, fazendo parte, assim, de uma cadeia eterna de pressão à qual algumas pessoas simplesmente não resistem. Somos uma civilização forjada pelo medo. As pessoas amam, se importam e fazem o possível para pertencer ao todo. O medo, no entanto, faz com que esses sentimentos se manifestem de formas contraditórias à essência da empatia. No dia em que você percebe isso, torna-se uma pessoa mais sã consigo e com os outros, mas passa a ter uma visão de mundo solitária e, em algum grau, tranquilizadora, pois entende as reais intenções das pessoas ao seu redor.
Para quem se envolver e souber aproveitar, as cinco temporadas de O Urso funcionam quase como sessões de terapia em grupo. O grande mérito de Christopher Storer nisso tudo vai além de usar o texto apenas como veículo dessa jornada. Ele atrela os sentimentos à imagem, convidando quem assiste a vivenciar aquilo.
Dizem que a Geração Z valoriza a experiência acima de tudo. Sou de 98, logo, tecnicamente, faço parte da Geração Z, mesmo já tendo quase 30 anos. Talvez por isso a série ressoe mais forte em mim e em quem é da minha geração do que em pessoas mais velhas. Eu vivi O Urso intensamente e não poderia ter outra impressão senão a de que ela é um marco em minha vida. Talvez seja para a sua também. Enfim, se ainda não assistiu, dê uma chance.
O Samurai e o Prisioneiro vão entregar o melhor filme do ano?

Kiyoshi Kurosawa retornará aos cinemas este ano com um projeto extremamente promissor. The Samurai and the Prisoner (ou O Samurai e o Prisioneiro, em tradução livre) é um thriller de mistério e época ambientado no Japão feudal, especificamente durante o período Edo.
Na trama, acompanhamos o Lorde Murashige em um momento crítico. Após se rebelar contra o tirânico Oda, ele se vê acuado dentro de seu próprio castelo. Isolado e sob cerco, o Lorde precisa lidar com uma série de crimes misteriosos que semeiam o medo e a desconfiança em sua corte. Com o exército inimigo avançando e um traidor infiltrado entre os seus, Murashige não tem escolha senão selar uma aliança tensa com Kanbei, um estrategista brilhante — e perigoso — que ele próprio mantinha preso na masmorra. Agora, ele precisará ser mais astuto que todos os seus rivais se quiser descobrir a verdade antes que o tempo se esgote
The Samurai and the Prisoner ganhou o seu trailer completo esta semana. Veja com os seus próprios olhos o quão magnífico esse filme se parece:
Cloud: Nuvem de Vingança foi um dos meus filmes favoritos do ano passado, e o novo projeto de Kiyoshi Kurosawa parece pronto para ocupar um posto similar em 2026. A crítica internacional, ao menos, já está aclamando a obra. Com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi muito bem recebido no Festival de Cannes deste ano.
Nos EUA, a estreia está marcada para 31 de julho, mas, infelizmente, ainda não temos uma data ou distribuidora definida para o Brasil.
Sem risco em 2026

Como era de se esperar, o reboot de Risco Total perdeu a data de estreia no Brasil. A Diamond Films, que detém os direitos de distribuição por aqui, havia reservado o dia 17 de setembro para o lançamento. No entanto, problemas com a distribuição nos EUA forçaram o adiamento do longa em diversos outros mercados, incluindo o brasileiro.
Após a distribuidora original de Risco Total nos EUA (Row K) enfrentar problemas jurídicos, os direitos de exibição estão sendo repassados para a Neon, que pretende adiar o lançamento norte-americano para o primeiro trimestre de 2027.
O reboot de Risco Total foi produzido de forma independente. O orçamento de US$ 100 milhões foi bancado por parceiros comerciais dos produtores, incentivos fiscais e vendas antecipadas de direitos de distribuição.
Estrelado por Lily James (Garra de Ferro) e Pierce Brosnan (Terra da Máfia), Risco Total (2026) é descrito como uma versão de Duro de Matar focada em pai e filha. O roteiro é assinado por Ana Lily Amirpour. A direção fica por conta de Jaume Collet-Serra (Adão Negro).
O pesadelo kafkiano de Scorsese sobre as metrópoles

Nova York, anos 80, passa da meia-noite. Todo mundo se fala, mas ninguém se entende. Dá para sentir e ser tocado pela ansiedade. A sensação é de que algo está fora do lugar e todo mundo está ficando maluco.
Eu poderia passar linhas de texto escrevendo como o labirinto de Kafka salta aos olhos em cada enquadramento de Depois de Horas (1985). Poderia falar de Paul como um Sísifo moderno, condenado a empurrar sua pedra noite adentro só para vê-la rolar de volta pro escritório quando o sol nasce. Mas, me contento em dizer que este é um filme sobre a paranoia das metrópoles, vista através do olhar caótico de Martin Scorsese sobre Nova York — a verdadeira protagonista dessa confusão toda.
Marty passeia pela cidade com uma câmera inquieta, nervosa, que tenta espiar cada canto em busca de uma válvula de escape para o tédio, o medo e a insegurança. E o melhor de tudo? Ele se diverte com o absurdo e leva a gente junto nessa viagem.
Principal inspiração de nomes como Irmãos Safdie e Sean Baker, Depois de Horas é uma odisseia cômica sobre quem vive correndo, mas nunca chega a lugar nenhum. Sem exagero, um dos filmes mais engraçados que eu já assisti. Está disponível no Looke. Você também pode alugar ou comprar a sua cópia digital no Prime Video.
Esta é mais uma dica cultural das minhas “velharias” do Letterboxd. Espero que aproveite.
Novos rumores sobre Vingadores: Doutor Destino

Alex Perez, do The Cosmic Circus, tem fontes muito quentes de projetos relacionados à Marvel, e está sempre trazendo alguns rumores interessantes. Nesta semana, ele reuniu uma série de informações sobre Vingadores: Doutor Destino, que estreia em 17 de dezembro.
Segundo Perez, veremos um Doutor Destino usuário de magia que não estará sozinho em sua cruzada. Ele conta com bruxas e magos ao lado dele. Além disso, possui uma vasta coleção de artefatos (incluindo o tal “Livro de Deus” que já tínhamos comentado por aqui).
Parte importante do drama humano do longa será relacionado a Sentinela e Yelena. Eles estão ligados por traumas passados e agem como irmãos. Os motores da ação, por outro lado, serão Steve Rogers e Thor. As dinâmicas de equipe vão girar em torno dos dois.
Como você já deve imaginar, Destino não deve começar o longa como um vilão. Quem vai estar mais próximo dessa alcunha são os X-Men, pois eles farão escolhas moralmente duvidosas logo de cara. Nos bastidores, dizem que um embate entre Sam Wilson e Ciclope é um dos pontos altos da produção.
E o Homem-Aranha aparece? Bem, Tobey Maguire, sim. Ele estará presente logo na sequência de abertura — e apenas nela. Sobre Tom Holland, no entanto, não há certeza se ele aparecerá. A impressão de Perez é que a Marvel está guardando o Peter de Holland para ser um dos pilares de Guerras Secretas (2027).
Para finalizar, Perez revelou que a trama principal do longa se passa em seis universos, incluindo o do Homem-Aranha de Sam Raimi, e que os Irmãos Russo já estão trabalhando em um novo filme dos Vingadores para depois de Guerras Secretas. Seria um Guerras Secretas: Parte 2? O palpite dele é tão bom quanto o seu nessa questão.
Destaques rápidos da semana

- Absolute Batman ganhará série animada pela DC Studios – Olha só, James Gunn e Peter Safran fazendo o óbvio. Scott Snyder será o showrunner, o que é um baita acerto.
- Mortal Kombat 2: Qual a diferença entre dublar um filme e um jogo? Voz de Johnny Cage explica – Uma conversa muito legal de Bruno Gomes com o simpático Marcelo Salsicha.
- Burro do Shrek tem filme solo oficializado com data de lançamento – A origem do Burro será contada a partir de 30 de junho de 2028.
- Paramount está muito perto de concluir fusão com a Warner – Vai acontecer! A União Europeia está inclinada a aprovar a fusão e o Reino Unido segue o mesmo caminho. Paramount e Warner estão mais perto do que nunca de se tornarem um só.
- DC Studios: James Gunn e Peter Safran tiveram reunião com David Ellison no set de Homem do Amanhã – Produtor de Supergirl e Homem do Amanhã, Lars P. Winther disse que o futuro dono da Warner já está por dentro do plano a longo prazo do DCU, e que teria ficado empolgado com o que ouviu. Vamos ver…
- Em menos de 24 horas, GTA VI pode ter superado 39 milhões de unidades vendidas – A receita estaria acima de US$ 3 bilhões, e isso apenas na pré-venda!
- Invencível é oficialmente renovada para a 6ª temporada no Prime Video – Alguma surpresa?
- O Diabo Veste Prada 2 ganha data para chegar ao Disney+ – Dia 29 de julho!
- A Casa do Dragão: 3ª temporada estreia com queda de audiência – Embora bem avaliado, o episódio de estreia da nova temporada do derivao de Game of Thrones refletiu uma perda de interesse do público na série. Seria uma herança da 2ª temporada morna?
- Cut Off: Warner considera comédia de Jonah Hill “inlançável”, diz jornalista – Não por acaso foi retirado do calendário. A exibição-tese foi um desastre.
- Revelado o papel misterioso de Elliot Page em A Odisseia – É Sínon.
- Brad Bird descarta Ratatouille 2, mas admite que a Pixar tentou fazer – Os executivos deram a cantada, ele não caiu.
- Millie Bobby Brown e David Harbour vão estrelar série de espionagem da A24 para a Netflix – Essa família é muito unida…
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