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Primeiras impressões: Duke Nukem Forever



Testamos Duke Nukem Forever. O personagem mais durão do mundo dos games finalmente está de volta, no jogo que demorou quase 15 anos para ser desenvolvido.

 


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Já que você aguardou por 14 anos por esse jogo, não vai se importar de esperar alguns bons 3 minutos no primeiro loading do jogo (devidamente instalado no HD do console). Se preferir jogar sem fazer a instalação, recomendo que vá buscar algum aperitivo enquanto aguarda o carregamento.

O jogo começa no mesmo tom de sempre. Duke em um banheiro, de frente a um mictório, onde você pode… simplesmente urinar (infinitamente, se realmente gostar da experiência). Ao dar uma volta pelo banheiro você encontra simpáticos cocôs boiando nos vasos sanitários, e pode optar por arremessá-los nas paredes do local, enquanto brada frases mal educadas.

Os controles seguem o padrão dos FPS atuais, sem grandes surpresas. A movimentação é fácil e até um pouco artificial. O jogo roda a uma taxa de quadros por segundo honesta, tendo algumas grandes quedas de framerate ao chegar em locais movimentados ou detalhados demais.

Os gráficos, para não ser insensível, são modestos. Apesar da modelagem decente e de alguns bonitos efeitos, os sinais da idade ficam bastante evidentes logo nos primeiros minutos.

Duke continua um cara atarracado e esquisito. É inevitável a decepção ao ver nos espelhos o reflexo do pobre Duke, que parece ter sido atropelado mais de uma vez nos anos de aposentadoria. As expressões faciais não são diferentes e remetem jogos de pelo menos 5 anos atrás.

Mesmo usando o popular Unreal Engine 3, o jogo não se aproveita das ”regras” de um FPS moderno, como o balançar da câmera e a movimentação suave. Duke se movimenta pelos cenários como se estivesse flutuando. Os personagens encontrados por Duke conversam movendo os lábios totalmente fora de sincronia, tornando as conversas uma experiência um pouco confusa e frustrante.

É claro que todos os problemas com os gráficos podem ser respondidos com a mesma desculpa de que ”Esse jogo está sendo desenvolvido a séculos!”.

A tão conhecida personalidade de Duke Nukem, expressada em grande parte por sua voz, causa uma certa estranheza (para não dizer vergonha alheia). Não da pra dizer com precisão, mas ou estou muito velho pra achar o cara realmente durão e estiloso, ou o (novo?) dublador foi muito infeliz na tentativa de passar a impressão de bad boy. (Senti exatamente a mesma coisa pelo Jhonny Cage de Mortal Kombat 9, se isso ajuda a entender o sentimento).

Por fim, o jogo pareceu bacana (de verdade), mas definitivamente faltou alguma coisa. É claro que isso são impressões arrogantes e superficiais, que podem e devem mudar sem aviso prévio. Em breve faremos um review completo do game, até lá.



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