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Em apenas três episódios, Raio Negro conseguiu se diferenciar de todos as outras séries de super-heróis, seja das exibidas pela CW do universo DC, ou qualquer outra.

Concentrando-se na cidade de Freeland e nos cidadãos que vivem lá, o show tende a favorecer a forma como as consequências afetam os personagens e não o drama interpessoal que impulsiona a tensão. E isso já era planejado, de acordo com o co-showrunner Salim Akil. O produtor falou com Collider no TCA Winter Press Tour, revelando que Raio Negro é tudo o que ele queria ver em uma série de super-heróis.

“Eu me perguntei, se eu fosse fazer um show de super-heróis, o que eu queria que ele fizesse. Eu queria que ela entrasse em Richmond ou Chicago ou Watts, ou qualquer cidade que sofresse de violência armada e drogas. Eu sabia que eu tinha que fazer isso de uma certa maneira, e eu sabia que tinha que fazê-lo tão honestamente quanto pude. Eu não queria fazer um show onde a violência era impessoal ou onde você podia assistir e nunca perceber. Eu queria fazer um show onde, quando a violência aconteceu, você sentisse que era real.”

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.


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