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Com mais de US$ 70 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana, A Hora do Mal (2025) é um sucesso absoluto.
O diretor responsável por Corra! (2017), Jordan Peele, sempre soube do potencial do filme. Uma história curiosa, inclusive, é que ele demitiu todos os seus agentes por não ter conseguido comandar a produção.
Uma guerra pelos direitos

Houve uma verdadeira guerra pelos direitos do roteiro de A Hora do Mal (2025). A maior concorrente da Warner foi a Universal, com Jordan Peele e sua produtora Monkeypaw envolvidos.
Segundo o Deadline, a oferta da Universal foi cerca de US$ 7 milhões menor que a da Warner. Peele chegou a abrir mão de parte de seus lucros contratuais para convencer a Universal a esticar a oferta ao máximo.
O diretor de A Hora do Mal (2025), Zach Cregger, preferia fazer o filme junto com Jordan Peele e deu à Universal a chance de levar os direitos do filme, caso igualasse a proposta da Warner.
Universal e Jordan Peele optaram por não subir mais do que já tinham oferecido, pois o orçamento de US$ 38 milhões assustava.
A demissão dos agentes
Cregger é um dos fundadores do grupo de comédia de improviso The Whitest Kids U Know. Ele e Peele vêm do mesmo nicho de comédia de improviso e esquetes. Os dois até tinham um agente em comum, Peter Principato.
Quando perdeu A Hora do Mal (2025), Jordan Peele ficou furioso com as atuações de Peter e seu outro agente, Joel Zadak, nas negociações.
O cineasta acreditava que, por Peter ser próximo a Cregger, convenceria o diretor de A Hora do Mal (2025) a aceitar um pouco menos pensando no longo prazo do filme.
No final, Jordan Peele perdeu o leilão e demitiu seus dois agentes, que estavam com ele desde a época em que era comediante.
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A Hora do Mal (2025), vale ressaltar, segue em exibição em todos os cinemas do Brasil.
Fonte: Deadline