Atualmente em cartaz nos cinemas, Indiana Jones e a Relíquia do Destino (2023) tem uma missão muito difícil para conseguir gerar lucro para a Disney.
O último filme de Harrison Ford no papel de Indy custou incríveis US$ 295 milhões para ser produzido, sem considerar custos de marketing.
A critério de comparação, é um valor maior do que os dos 4 filmes anteriores da franquia somados, que custaram US$ 281 milhões.
Isso piora se considerarmos um valor convencional de US$ 150 milhões para marketing, pois podemos estar falando de um custo total de cerca de US$ 445 milhões, o que pode obrigar o filme a ter que arrecadar cerca de US$ 890 milhões para se pagar.
Com previsão de abertura doméstica em US$ 65 milhões e um B+ no CinemaScore, é muito difícil que Indiana Jones e a Relíquia do Destino consiga atingir o valor que precisa para pagar seus custos.
Para se ter noção do tamanho do feito necessário, a maior bilheteria da franquia pertence a Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, que arrecadou US$ 790 milhões ao redor do mundo.
Tudo depende agora do desempenho nas próximas semanas.
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Indiana Jones e A Relíquia do Destino trará James Mangold (Logan) na direção, substituindo Steven Spielberg.
O filme é situado no auge da corrida espacial, com Indy (Harrison Ford) mais uma vez enfrentando seus inimigos favoritos, os nazistas. Mads Mikkelsen irá interpretar o vilão Voller, descrito como “um cientista nazista alistado na NASA pelo governo dos EUA para trabalhar na iniciativa de pouso na Lua”.
Além de Harrison Ford, também teremos Phoebe Waller-Bridge (Killing Eve), Thomas Kretschmann (Vingadores: Era de Ultron, O Procurado), e Boyd Holbrook (Logan) no elenco principal.