Quentin Tarantino, responsável por Django Livre, Bastardos Inglórios e outros clássicos, voltou a criticar filmes produzidos diretamente para streaming, mencionando especificamente a Netflix.
O cineasta acredita que esses projetos existem apenas para alimentar a máquina de conteúdo, em vez de serem lembrados.
“Quero dizer… e não estou escolhendo ninguém, mas aparentemente para a Netflix, Ryan Reynolds ganhou US$ 50 milhões para fazer um filme, e depois US$ 50 milhões em outro filme, e mais US$ 50 milhões no próximo filme. Não sei o que são esses filmes. Nunca os vi. E você?”
Declarou ao Deadline.
“Eu nunca conversei com os empresários de Ryan Reynolds, mas imagino que falam coisas do tipo, ‘Bem, você receberá US$ 50 milhões’. Bom para ele que está ganhando tanto dinheiro. Mas, esses filmes não existem no zeitgeist. É quase como se nem existissem (no geral).”
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O próximo filme de Tarantino, intitulado The Movie Critic, já teve detalhes revelados.
- Não tem qualquer relação com a crítica de cinema Pauline Kael, apesar dos vários rumores;
- O protagonista será um homem, baseado em uma pessoa que realmente existe/existiu, que não pode ter seu nome revelado;
- A pessoa na qual o protagonista é baseado é “pouco conhecida“;
- Violência não será tema principal, vai ser uma história um pouco diferente;
- Não será uma história sobre vingança;
- A trama se passa no ano de 1977;
- A produção começa ainda este ano, em alguma data entre setembro e novembro.
The Movie Critic não tem um lar definido, mas isso deve mudar em breve. Considerando a relação estreita entre Tarantino e Tom Rothman, a Sony Pictures (que distribuiu Era Uma Vez… Em Hollywood, filme com dez indicações ao Oscar) pode largar na frente.






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