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Em entrevista ao Cinema Blend, o cineasta Quentin Tarantino explicou porque considera Kill Bill como apenas um filme – embora a parte 1 tenha sido lançada em 2003 e parte 2 em 2004.

Lançamos dois filmes, tudo bem. Mas levando em consideração que eu fiz isso como um filme e escrevi como um filme, o resto é apenas bobagem que fiz na edição.

Agora funciona muito bem assim. E falando francamente, acho que não funcionaria como um filme de quatro horas. Eu literalmente tive um cara que falou isso pra mim.

De vez em quando alguém te diz algo e você pensa: ‘É, eu precisava escutar isso.’ E esse cara me disse: ‘Olha Quentin, o negócio é o seguinte, cara. Meu tio Artie adoraria esse filme. Sério, ele adoraria. Mas ele não adoraria assistir por quatro horas.”

Com muita influência de animes, filmes de samurai e até um pouco de western, Kill Bill rapidamente tornou-se um dos mais cultuados filmes de Quentin Tarantino – e sua protagonista, A Noiva, uma das personagens mais icônicas criadas pelo diretor.



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