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A CD Projekt RED anunciou o remake do primeiro The Witcher, jogo que foi lançado originalmente em 2007, e, de acordo com o principal designer de narrativa do jogo, Artur Ganszyniec, se o jogo seguir os passos de The Witcher 3 e tiver mundo aberto, isso será um grande desafio para o estúdio.

Em entrevista ao jornal polonês Chip, a dificuldade vai além do trabalho na criação de cenários, acontece que a estrutura do jogo pede que o ritmo das missões e história também passem por ajustes:

“Se abrirmos os locais, teremos mais espaço, se tivermos mais espaço, precisaremos de mais conteúdo. O ritmo e aescla do projeto inteiro teria que mudar. Em The Witcher 1, várias coisas funcionaram porque sabíamos exatamente onde os jogadores estariam naquele dado momento. Em um mundo aberto, isso seria completamente diferente”

Porém, a discussão vai muito além: “em algum ponto, a pergunta pragmática precisa ser feita: quando temos uma multiplicação de caminhos, quando há muito trabalho, o quanto isso chega a ser lucrativo? Você pode investir uma quantidade infinita de dinheiro e tempo, mas isso gerará uma quantidade infinita de jogadores?”

Ou seja, se o remake realmente for seguir os passos de The Witcher 3, o trabalho será enome e o investimento também, mas, com isso, cresce o risco em cima do jogo, que precisa conseguir jogadores para poder gerar lucro para a empresa desenvolvedora.

Leia mais sobre The Witcher:

O remake de The Witcher foi anunciado em 2022. Porém, desde então, o jogo não recebeu mais atualizações ou detalhes.

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.


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