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A Sony Pictures realizou a primeira exibição-teste do reboot de Resident Evil esta semana e não poderia ter recebido um resultado melhor. Como sempre acontece, os primeiros detalhes e reações sobre o filme já estão online, e são empolgantes.

Começando pelos detalhes (sem spoilers): A história acompanha Bryan (Zach Abrams), um entregador encarregado de transportar uma maleta misteriosa para o Hospital de Raccoon City, sem saber que a cidade está passando por um surto viral mortal. O personagem não é um herói. Ele basicamente, funciona como o “avatar” de um jogador, indo de um cenário de pesadelo para o próximo.

O corte atual tem 1h30 de duração e mantém o pé no acelerador do início ao fim. Dizem que a obra é quase inteiramente construída sobre tensão. Uma fonte do World of Reel descreveu o resultado como “uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria (2015)“.

As reações descrevem o trabalho de Cregger como “cinema de gênero de alto nível“. O filme prioriza o ritmo em vez da exposição, com desenvolvimento mínimo de personagens e uma ênfase pesada no movimento contínuo.

Monstros aparecem com frequência, efeitos práticos dominam a tela e as sequências de ação são o foco principal. Os ambientes são apertados e claustrofóbicos, muito alinhados aos primeiros jogos da franquia.

Esqueça a abordagem grandiosa dos filmes de Paul W. S. Anderson. O escopo é pequeno e contido. Em vez de uma mitologia vasta e complexa, Cregger mantém o time reduzido e o foco estreito. As primeiras reações dizem que o longa é muito mais cinematográfico que qualquer outro da franquia.

Tenho minhas próprias fontes quentes sobre esse filme e posso confirmar que tudo descrito nesta matéria é preciso. Se essa também vai ser a percepção do público, no entanto, é algo que só vamos descobrir em 17 de setembro, quando o novo Resident Evil chega aos cinemas.

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Fonte: World of Reel



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