Dead Island 2 chegou e o game tão aguardado oferece uma experiência intensa com zumbis, como era esperado.
Confira a nossa análise completa do jogo.
Um parque de diversões (de zumbis)
Dead Island 2 tem uma premissa bastante básica, que foge um pouco do que temos visto cada vez mais nos games.
Hoje, as produções maiores costumam focar no desenvolvimento de personagens, narrativos e todo um contexto, mas claramente Dead Island 2 não está muito ligado para isso.
Logo de cara, nota-se que o jogo tem um clima extremamente descontraído, tanto na abordagem de gameplay quanto na sua narrativa em si.
Em termos de narrativa, escolhemos um personagem entre os iniciais possíveis, cada qual com atributos diferentes (mais vida, mais força, etc). Partindo disto, todos tem a mesma história e seguimos, basicamente, buscando soluções para problemas que aparecem.

Os personagens não se desenvolvem muito a temos uma grande variedade. Junto disto, o protagonista é o famoso “faz-tudo”, ou seja, apareceu um problema? Ele (nós) irá resolver, uma fórmula já o tanto quanto batida.
Entrando neste mérito, falamos da abordagem de gameplay. Temos sequências muito claras no game, onde o seu foco total é no combate contra zumbis.
Isso foi extremamente bem feito e sem dúvidas é impressionante, com muitos tipos de zumbis, diferentes formas de enfrentá-los e o grande destaque: O modo como os ataques são sentidos.
Se usar uma espada, teremos grandes cortes; Já se usar uma marreta, o dano será realmente uma batida poderosa. Os inimigos perdem partes do corpo e continuam de pé, sendo um trabalho bem interessante realizado pelo estúdio e que mostra um nível de detalhes altíssimo.
A variedade destas armas, inclusive, é notável. Para a parte final do game, nos pegamos em armas de fogo, mas o foco são as armas brancas, as quais tem todos os tipos que você imaginar.
Espadas, machados, tacos de beisebol e sinuca, canos, facas, realmente, de tudo! Existe um bom sistema de bancadas onde podemos melhorar essas armas, colocando boots como “atear fogo” ou “choque” nelas, e aumentando seu nível.
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Também, um sistema de cartas está disponível, onde upamos o nosso personagem. Essas cartas dão diversos “poderes”, como gerar mais dano nos combates, recuperar mais vida, achar mais itens, por aí vai.
O meu maior incômodo em Dead Island 2 foi, infelizmente, na repetição. O modelo de muitas missões foi parecido, pedindo para que encontrássemos uma “chave” para passar de um portão, sendo hora um gerador, outra um fusível ou até um cartão, mas com um sistema muito similar.
Vale a atenção
Além de tudo isto, o jogo tem um forte aspecto multiplayer, onde você pode jogar com seus amigos ou com qualquer pessoa online.
Os servidores estão bons e o matchmaking é rápido, com conexões estáveis, o que é muito bom. A essência se mantém, com níveis de dificuldade acessíveis seja sozinho ou com amigos.
De modo geral, o jogo completo vale sim atenção da maioria dos jogadores.
Com bons gráficos, um alto nível de violência explícita, zumbis e humor, boa parte do público deve gostar da experiência geral.
Não procure por um game de grande profundidade ou que até mesmo, seja marcante. Entretanto, para uma experiência de algumas boas horas (com as secundárias, mais de 20 sem dúvidas), vale bastante a pena, ainda mais se você é fã do que envolva zumbis.
- Desenvolvedora: Deep Silver
- Publisher: Deep Silver
- Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X e Series S, Microsoft Windows
- Review feito no: PS5
- Descontraído
- Muitos detalhes
- Perfeito para fãs de zumbis
- Fórmula de missões repetitiva