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Desde que adquiri o meu primeiro Nintendo Switch (eu possuo 3), eu decidi que o console se tornaria uma verdadeira RPG Machine, trazendo todos os games do gênero que estivessem disponíveis para ele. Obviamente, eu não poderia deixar de jogar Dragon Ball Z: Kakarot, RPG da franquia Dragon Ball que foi lançado originalmente em janeiro de 2020, mas que acaba de chegar para o híbrido da Nintendo.

No meu review original do game, elogiei vários detalhes, inclusive o fato de repassar toda a história, como eu fiz uma versão em vídeo naquela época, vou deixar aqui para que você possa conferir tudo sobre o game (e não o port):

Ok, superado este primeiro momento, precisamos falar sobre a versão para Nintendo Switch, que é um console bem menos poderoso do que o PlayStation 4 ou o Xbox One, que receberam o lançamento naquela época, certo?

A maior parte do jogo roda muito bem no Switch. Como estamos falando de um jogo que possui um visual mais similar ao anime, tudo fica bem bonito. Não existem problemas técnicos que eu tenha percebido durante meu gameplay e o drop de framerates é algo bem raro, que só ocorre quando você está explorando uma parte mais detalhada do mundo ou usando um grande número de super ataques.

Uma coisa que vale a pena é que a versão de Nintendo Switch também inclui o DLC ‘A New Power Awakens’ de graça, que permite que você lute contra vários oponentes como Bills, deus da destruição, para ganhar várias recompensas. O DLC também traz novas transformações para Goku e Vegeta e aumenta o nível máximo dos personagens, além de trazer outras vantagens. Mas, para acessar, você precisa zerar o jogo primeiro.

Dragon Ball

Para quem ficou na dúvida se vale a pena, posso dizer que Dragon Ball Z: Kakarot é um game voltado para os fãs mais ávidos da franquia, servindo também como ótima porta de entrada para quem apenas viu o anime Dragon Ball Super, já que você verá toda a história do Z aqui. Como RPG, é um baita game, que lembra muito os clássicos RPGs da franquia, que foram lançados na época do Game Boy Advance.

O port para Nintendo Switch é muito bem feito e, em comparação às suas contrapartes em outros consoles, não sofre tanto, ainda que o Switch tenha menos poder. A experiência é positiva e o jogo não perde em nada, já que os visuais continuam interessantes e bonitos. Vale a pena? Bastante!

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.


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