Evil Dead: The Game chegou e com uma série de filmes de sucesso, é claro que o game iria chamar atenção.
Em uma mistura de terror com bastante diversão, o jogo entrega uma boa experiência. Confira a análise completa abaixo:
Diversão com muitas opções
Evil Dead: The Game parece uma evolução clara de Dead By Daylight. É claro que o comparativo existe, visto que ambos os games tem a mesma essência e estrutura.
Falando primeiramente sobre essa estrutura, temos em Evil Dead: The Game o clássico modelo de 4 sobreviventes contra um Demônio. A gameplay será em torno disso, com jogadores trabalhando em conjunto contra um grande monstro.

O ponto é que diferente do que conhecemos em Dead By Daylight, temos neste game muitas opções do que se realizar. Sejam nos objetivos, nos diferentes tipos de armas, no combate que varia hora contra o demônio e outra contra NPC’s, tudo parece mais completo e ativo.
De fato a experiência é interessante e temos a variação como sua grande marca, agradando bastante e não ficando enjoativo depois de algumas poucas partidas.
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As muitas opções
Continuando a ideia de que o jogo oferece muitas opções, temos uma boa variação de classes, armas e modos de jogo no game.
No que diz respeito a gameplay em si, os objetivos principais são claros. Temos que coletar as 4 páginas do Necronomicon e depois a adaga Kandarian, conseguindo deste modo vencer as forças malignas ali presentes. Durante as partidas temos ambientações grandes e é interesse ver o lado do terror aflorando em alguns momentos.
O jogo oferece campos abertos, mas também ambientes estreitos e escuros, causando bastante medo em meio a diversão com amigos.
Falando das classes, temos para os 13 sobreviventes diferentes quatro tipos: Líder, guerreiro, caçador, e suporte. Cada qual assume a função de sua respectiva classe e assim já temos um primeiro ponto de variação interessante, o qual promove que a gameplay e formação das equipes possa ser sempre diferente.
Já quanto ao demônio, são três classes distintas. A primeira é Warlord, que poderá atacar diretamente e brutalmente os jogadores. Outra é Necromance, que invoca esqueletos para auxiliar na batalha. Por fim, temos a Puppeteer, a qual tem uma abordagem mais geral e ameaçadora aos players.
Um ponto de grande destaque do game é a Possessão, ação de muita felicidade por parte do estúdio. Com a possessão, literalmente possuímos um dos jogadores da equipe e assim começamos a atacar os próprios parceiros, sendo divertido e surpreendente.
Conclusão
A conclusão é de que Evil Dead: The Game é um jogo excelente e que entrega tudo que era esperado dele.
O fato de poder jogar solo, com amigos e sempre variando do uso ou não da IA é ótimo e não torna o game “travado”. É possível jogar com 2 pessoas e o resto comandando pela máquina, por exemplo.
O belo visual, ambientação coesa e as muitas opções citadas fortalecem o game a longo prazo. Sem dúvidas, um ótimo lançamento.
- Muita variação
- Nada enjoativo
- Divertido solo e com amigos