
Neste review, iremos falar das duas edições de All You Need Is Kill, mangá lançado pela JBC em Janeiro. Para quem não sabe, há várias adaptações do romance de mesmo nome e todos são baseados em um romance escrito por Hiroshi Sakurazaka. O romance se transformou em mangá, graphic novel e até mesmo um filme de Hollywood.
O enredo de All You Need Is Kill é bastante simples: Aliens invadiram o planeta Terra, e em uma resposta desproporcional aos filmes de invasão da década de 50, eles decidem nos transformar em uma pasta bem mole. Naturalmente, a humanidade responde usando brinquedos mais sofisticados do que qualquer garoto rico já sonhou em ter. Isso não funciona como planejado, a humanidade se encontra levando uma surra.
Em termos de história este mangá é bastante e traz um soldado que aparentemente não pode morrer. Toda vez que ele morre, ele acorda, exatamente no mesmo ponto que causou suas mortes anteriores. Durante a leitura, nós conseguimos ver ‘Keiji” (o protagonista) desvendar esse fenômeno e os efeitos de uma situação tão estressante. A história é um pouco apressada, embora em partes, seja bem honesta. É interessante ver como as versões variam. Talvez, apenas talvez, o mangá tenha pulado algumas partes. Afinal, ele não é o mais grosso na minha coleção. Em termos de personagens, o enredo não permite muita exploração da backstory ou do ambiente em si. Na verdade, os dois únicos personagens que você conhece plenamente são Keiji e Rita. Rita é uma personagem feminina muito forte e independente, que acompanha Keiji na guerra.
Quanto à arte, nem preciso falar né? Qualquer um que conhece mangás, sabe de uma verdade universal: Takeshi Obata é um artista sensacional. Os painéis são peças de arte.
A JBC trouxe muita coisa boa nos últimos tempos e acertou novamente. Eu recomendo a compra desses 2 volumes (sim, são apenas 2). O preço abaixo do padrão é outro ponto alto. Se você assistiu o filme “No limite do amanhã”, deve conferir o manga, se você ainda não viu, leia o mangá e veja o filme!





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