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The Quarry é um jogo de terror o qual nos coloca no controle de vários personagens, sendo que toda sua história é moldada por nossas escolhas.

Sendo um modelo interessante e uma combinação promissora, The Quarry tinha grandes expectativas. Confira a review completa do game.

Terror, escolhas e consequências

The Quarry saiu na frente de muitos jogos do mesmo estilo ao promover o game como “um jogo onde todas as escolhas teriam consequências”. É claro, todo trabalho de divulgação de qualquer produto costuma engradecer aspectos os quais são as suas principais características, mas no caso de The Quarry tudo foi real.

Começando justamente por este ponto das escolhas, tudo em The Quarry parece ter uma consequência, quase que como um efeito borboleta.

Reprodução/2K Games

Exemplificando isso, mas sem spoilers, é como se no final do game um personagem salvasse o outro, graças a uma arma encontrada por um terceiro. Acontece que a qualquer momento, este “terceiro” pode morrer, fazendo com que assim os outros dois não sobrevivam no futuro.

É constante o sentimento de que deve-se tomar a decisão correta, responder sabiamente, ter bons relacionamentos e constante atenção no game, afinal, toda a história pode mudar, literalmente.

Falando agora sobre a história, essa é um dos pontos mais fracos do game, apesar de muito provavelmente ser escrita para “não ser boa”. Sem dar spoilers, novamente, o jogo parece o típico filme de terror dos anos 90/00, onde um grupo de jovens vai para um acampamento e o horror começa.

Temos várias cenas bizarras onde nos perguntamos “nossa, sério mesmo?” mas ao mesmo tempo o sentimento é de que o jogo quis ser assim, ser levado menos a sério e mais como os ditos filmes.

Dentro do aspecto da história mudar a qualquer momento, temos um ponto importante: As 3 vidas.

O game oferece elas aos jogadores para que, quando um dos personagens não sobreviva, possa ser utilizada. Elas são apenas 3, não podendo aumentar com itens extras e também não sendo obrigatórias de se utilizar.

Reprodução/2K Games

A duração do game varia de acordo com o quanto você pensar para agir (quando possível) e na sua exploração, mas a média superam as 6 horas de gameplay. Existem vários tutoriais no início e o jogo demora um pouco para ganhar ritmo, mas depois engrena bem.

Os gráficos estão bonitos e todo o ambiente é muito bem feito, com algumas ressalvas para as expressões faciais dos personagens, que por muitas vezes são o tanto quanto estranhas.

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Um bom game

No geral, The Quarry é um bom game e perfeito para os fãs de terror.

Sua gameplay e jogabilidade, as quais são basicamente de escolher uma resposta, andar e responder a eventos rápidos, fazem com que todos os tipos de jogadores possam jogar, desde os experientes até aqueles que não tem muito costume.

A história é sim um aspecto não muito forte, entretanto, não se trata de um game com uma proposta ser excelente e sim, mais para o lado da diversão e público geral.

A conclusão é de que The Quarry vale a pena, ainda mais pelo fator replay, o que com que seja possível jogá-lo várias vezes, sempre com uma experiência diferente.

Positivo
  • Muitos finais
  • Ótimo fator replay
  • Perfeito para fãs de terror
Nota 8
Gabriel Vieira é redator especializado em cultura pop com foco em animes e mangás. Sua missão é manter os leitores do O Vício informados sobre as últimas novidades e tendências nipônicas.