O anúncio de Tiny Tina’s Wonderlands foi muito bem recebido pelos fãs e havia a curiosidade de como a personagem se sairia como protagonista.
No game, temos a essência de Borderlands com uma pitada única de Tiny, se mostrando uma junção interessante, com uma boa abordagem.
Frenético
Como era de se imaginar, o que pode definir Tiny Tina’s Wonderlands é um aspecto vital de Borderlands: Um game frenético.
Na aventura controlamos a personagem em um mundo distante com mais dois caçadores de recompensas em busca, é claro, de matanças e fortunas. O jogo tem um excelente ritmo e sua estrutura de gameplay vai bem, com os desafios já imaginados.

A essência de Borderlands se faz presente justamente nas mecânicas do game, ou seja, no que temos de combate, tipos variados de armas, os gráficos estilizados e muitas explosões, entretanto em Tiny Tina’s algo muito único é o seu cenário, o qual mostra um mundo diferente do que estamos acostumados na clássica franquia.
Novidades e ambientação
Continuando a fala sobre o cenário, o mundo é muito fantasioso e mais alegre, vivo, colorido. A mentalidade maluca e extrovertida de Tina combina justamente com os ambientes os quais estamos inseridos na aventura, trazendo bastante identidade para o game.
O mundo criado no game é de grandes dimensões, o que tem um lado novo na forma como se explora e avança. São muitas atividades para se fazer e todas elas se mostraram benéficas ao jogador, não sendo aquelas missões secundárias repetitivas ou que lhe dão um grande trabalho, mas um item fraco, por exemplo.
Existem várias classes diferentes disponíveis no game, as quais irão abordar todos os tipos de jogadores. Entre elas, temos a focada em combate, outra que o leva a uma gameplay mais furtiva e como não pode deixar de existir, uma de mago. Todas tem características próprias dentro do game e de fora também, afinal, não são dentro dos exatos conceitos que conhecemos de outros jogos.

Entre os inimigos temos boas variações, as quais sempre estão acompanhadas de cenários bem realizados. Entre muitos dragões e trolls, clássicos bandidos, zumbis e ogros também aparecem. A diversificação é boa e faz com que o combate seja sempre interessante, acompanhado de ambientes que aumentam a imersão da jogatina.
Se tratando da narrativa do game, temos uma história que prende o jogador do início ao fim, mas não é o ponto alto do game. Assim como em Borderlands, o foco do game não é uma história forte a qual emocione quem está jogando mas sim uma gameplay intensa, o que o jogo oferece, com boas missões de roubo, combates frenéticos e muita, muita variação no geral.
Identidade própria
Muito do que foi citado na análise colocou a prova de que Tiny Tina’s Wonderlands não é somente uma “DLC” como alguns pensavam ou um standalone simples, é um jogo próprio. Não houve qualquer tipo de limitação em sua abordagem e isso se mostrou excelente.
O game tem ótimas adições em todos os sentidos: Armas, armaduras, itens, inimigos, cenários, formas de missão, cenários e demais aspectos. Tudo funcionou bem o jogo consegue ter os seus próprios fãs, mas ainda sim conquistar os que tanto amam Borderlands.

Quanto a jogar o game solo ou de modo co-op, isso vai da escolha de quem estiver jogando. Digo isso pelo fato de que alguns jogos dão essa opção, mas suas estruturas claramente apontam para uma delas. Em Tiny Tina’s Wonderlands, qualquer que seja o modo funciona bem, com o game se ajustando e mostrando uma gameplay justa.
O jogo tem uma boa duração e promete entregar, tranquilamente, mais de 20 horas de conteúdo. É claro que com missões secundárias e um mapa vasto isso pode e deve variar de jogador para jogador, mas de todo modo não se trata de um game curto.
Tiny Tina’s Wonderlands estará disponível no dia 25 de março para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series S/X.
- Cenários únicos
- Identidade própria
- Excelentes variações
- Missões frenéticas






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