Marvel atacando no presente, passado e futuro!

O SIMBIONTE HOMEM-ARANHA, DE PETER DAVID E GREG LAND
Aqui no Brasil esta minissérie do Homem-Aranha homenageando os anos em que Peter Parker passou usando seu uniforme simbionte saiu na íntegra na revista do Venom. Foi uma oportunidade de trazer para os novos leitores um vislumbre de como foi que Peter Parker se virou com o uniforme negro. Além disso foi um outra oportunidade. Uma janela editorial para o filme Homem-Aranha: Longe de Casa, em que o supervilão Mystério é o antagonista principal, assim como neste quadrinho. Também foi uma oportunidade de trazer a Gata negra de volta aos holofotes, uma vez que ela estaria ganhando uma série solo pela Marvel em seguida à minissérie. Eu estava ansioso para ler essa minissérie pelo fato de ter sido escrita por um dos meus escritores favoritos, Peter Allen David, mas ela me decepcionou bastante. De longe um dos piores trabalho de PAD (que costumam ser com o Homem-Aranha, sorry fãs), que apenas segue o que foi colocado para ele fazer e deixa de surpreender os leitores como a maioria dos trabalhos que possuem sua marca de escrita. Uma pena, realmente, mas uma decisão acertada da Panini em colocar essa minissérie nesta revista.

O DEFUNTO LOGAN, VOLUME 2: BEM-VINDO DE VOLTA, LOGAN, DE ED BRISSON E MIKE HAWTHORNE
Depois de ter lido o primeiro encadernado de O Defunto Logan e me decepcionado muito – não que as histórias de O Velho Logan fossem sensacionais também. Mas a primeira parte de O Defunto Logan, novamente por Ed Brisson realmente não me encantou. Uma coisa boa neste segundo volume de O Defunto Logan, este que vos resenho, é que o Velho Logan retorna às Terras Desoladas, para enfim, fechar o círculo que já começou há tanto tempo atrás com Mark Millar em primeiro lugar e com Brian Michael Bendis em segundo lugar, depois passando por Jeff Lemire e, por fim chegando em Ed Brisson. Esse retorno à Terras Desoladas deu um novo fôlego para esta série de doze edições, uma nova visão sobre o lugar e assim fechando algumas pontas soltas e criando novos caminhos para os personagens que resistiram. Só sei que fui me enredando e me envolvendo com a história a tal ponto que até passei a achar os desenhos de Mike Hawthorne que nada têm a ver com pós-apocalipse, dando uma boa experiência estética e de narrativa. De qualquer forma, a saga de O Velho Logan não acabou de forma retumbante, mas pelo menos não de forma decepcionante. Compre, clicando aqui!

COLEÇÃO HISTÓRICA MARVEL: O MESTRE DE KUNG-FU, VOLUME 7, DE DOUG MOENCH, MIKE ZACK E JIM CRAIG
Só pode ser saudosismos. Porque sinceramente, eu não consigo achar as histórias do Mestre do Kung Fu, o Shang Chi tão incríveis e tão divertidas quanto algumas pessoas nas internetsy falam que são. Como falam lá na colônia, depois de ter lido praticamente seis volumes do Mestre do Kung Fu seguidos, eu tomei um “fartão” dessas histórias. Resolvi retomar elas agora. Uma coisa que percebi é que por ser uma história de espiões, a gente nunca sabe ao certo quem são esses personagens e, por isso fica difícil de se identificar com eles. Isso sem dizer que a cada edição um deles se revela como sendo um robô. Nesta edição temos um personagem que vive um transtorno de personalidades e acha que é ao mesmo tempo diversos personagens perigosos da história, como Robin Hood, São Jorge, o Barão Vermelho, entre outros personagens. Depois, o Mestre do Kung Fu acaba se encontrando com o Doutor Destino em uma viagem à Latvéria, em que mais uma vez todo mundo é robô e, por fim, reinicia uma nova aventura indo até a China para salvar uma de suas amadas, uma cantora de cabaré. Sinceramente, não consigo me empolgar… Compre, clicando aqui.






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