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Um trio da Marvel para vocês!


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FABULOSOS X-MEN: A QUEDA, VOL. 2, DE ED BRISSON, KELLY THOMPSON, MATTHEW ROSENBERG, R. B. SILVA, YILDRAY ÇINAR, PÉRE PEREZ
Sim, eu havia me empolgado com a primeira parte destes encadernados de X-Men: Disassembled (me recuso a chamar A Queda) porque eu adoro uma reunião massiva de mutantes. Mas eu tenho que dizer que em termos de qualidade uma história deste segundo encadernado me cativou mais, que é aquela em que Armadura, Fada, Glob Herman e Pedreira são levados à Era do Apocalipse e precisam sobreviver num pós-apocalipse pós-apocalíptico, se é que dá pra entender essa minha expressão. Aí depois o resto do encadernado é aquilo lá: mais do mesmo. Uma batalha que se pretende uma epopeia épica mas que na verdade parece que a gente virou o cestinho que guarda a nossa coleção de action figures em cima de um vilão mequetrefe qualquer. Aí a minha tão adorada reunião massiva de mutantes ficou isso aí mesmo, uma coisa jogada por cima da outra. Agora, o negócio é aguardar para entender como A Era de X-Man se desenvolve para saber como toda essa fase que é de encheção de linguiça se desenvolveu. Mas preciso confessar que vejo tudo com os bons olhos de fanzinho de mutunas empolgadinho que sou.

VINGADORES DA COSTA OESTE, DE KELLY THOMPSON, STEFANO CASELLI, GANG-HYUK LIM, E VÁRIOS ATISTAS
Gente, eu fiquei simplesmente feliz quando vi que a Panini ia publicar Vingadores da Costa Oeste e principalmente quando vi que seria neste formato, em que as dez edições do título sairiam juntas. Isso me faz lembrar um versão contemporânea do querido X-Men Gigante da minha adolescência. Mas ao abrir o quadrinho eu percebi que a impressão do mesmo não era tão boa quanto costumam ser os quadrinhos da Panini. Não sei se foi um problema com a calibração da impressão ou se com o papel escolhido, mas as cores estavam simplesmente desconfiguradas. Isso se repete em toda a edição, mesmo com os coloristas mudando, então não é algo que “veio de fábrica”. Quanto às histórias, elas são incrivelmente sem pé nem cabeça, mas num sentido cool de ser maluquinho. Os desenhos de Stefano Caselli no começo do encadernado já são muito bons, mas quando Gang-Hyuk Lim assume, eles ficam muito mais a ver com a proposta da HQ. Se você gosta de quadrinhos engraçados e nonsense provavelmente vai adora VCO, mas se você já não curte esse tipo de coisa, recomendo, então manter distância. Eu, da minha parte, curto muito isso.

DOUTOR ESTRANHO, VOL. 2: ACERTO DE CONTAS, DE MARK WAID, JESUS SAIZ, JAVIER PINA E OUTROS ARTISTAS
Eu havia simplesmente adorado o primeiro volume dessa nova fase do Doutor Estranho por Mark Waid, com suas aventuras espaciais cheias de sentido de maravilhamento. Mas logo no final do primeiro encadernado ele já retorna à Terra. No começo deste segundo encadernado já pude sentir que a minha empolgação diminuía. E, quando achei que ela seria diminuída a um ponto de eu desistir do personagem, dei um tempo na leitura. Quando retornei, percebi que não só a história estava mais empolgante como os desenhos também haviam melhorado. Aí que a gente para pra pensar no poder de um desenhista de nos conduzir por uma narrativa bem estruturada ou não, com desenhos que cativam nossos olhares ou não. Assim que saí do encadernado mais satisfeito, talvez quase sem me lembrar das decepções anteriores com o mesmo. Isso porque ele pode ser dividido em dois miniarcos. O primeiro, como puderam sentir, é bem fraquinho e o segundo muito envolvente. Dessa forma, como a segunda parte é maior, o segundo encadernado do Doutor Estranho acabou obtendo uma média melhor do que a impressão inicial poderia ter lhe conferido.



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