Comentários

Diretor de RoboCop: Rogue City na Teyon, Piotr Latocha confirmou que a classificação indicativa M (destinada ao público adulto) foi definida no início do desenvolvimento.

A ideia da equipe criativa era honrar a franquia cinematográfica.

“Foi uma das primeiras decisões de design que fizemos quando começamos a trabalhar no mundo de RoboCop. Com base nos filmes originais, tínhamos certeza de que queríamos não ser limitados pela classificação.”

Declarou ao ComicBook.

“Nós definitivamente queríamos fazer um jogo mais adulto. Ao mesmo tempo, aquilo que realmente queríamos era retratar o tipo de violência dos filmes, que você não existiria limitações. Felizmente, não fizemos nenhum tipo de corte nisso.”

‎RoboCop: Rogue City‎‎ conta uma nova história ambientada na mesma época do clássico longa-metragem de 1987, e o destaque fica para Peter Weller dando a voz ao protagonista, assim como fez em Mortal Kombat 11: Aftermath‎‎.

Seu lançamento está agendado para setembro.

Leia também sobre RoboCop:

De acordo com relatório exclusivo do Deadline, a Amazon Studios está discutindo ativamente a revitalização de RoboCop, e existem planos para um longa-metragem e uma série de TV.

O site aponta que cineastas de primeira linha entraram em contato para perguntar sobre adaptações das propriedades da MGM, da qual eles são fãs.

Obviamente, a icônica franquia de ficção científica está incluída. Apesar do estágio preliminar, há uma preferência pela série de TV.

Além disso, a companhia também tem se apoiado em sua própria lista de talentos.

Especulações anteriores sugeriram que John Cena (Pacificador, O Esquadrão Suicida) é o favorito para estrelar, interpretando Marc Kyle, um soldado do exército norte-americano que acaba “morto” em batalha, e depois retorna como um ciborgue.

Supostamente, Alex Murphy terá uma participação importante, sendo uma espécie de mentor para Kyle.