
O compositor Michael Giacchino tem construído uma carreira belíssima, de seu próprio jeito. O músico tem mais de 120 obras creditadas no IMDB, entre games, séries de TV (Alias e Lost) e filmes como Ratatouille, Star Trek, Missão Impossível, e mais recentemente Doutor Estranho. Giacchino ganhou um Oscar por Up – Altas Aventuras em 2009, e sua música ainda pode ser ouvida em passeios pelos parques da Disney.
Ainda assim, um artista com um currículo tão brilhante se vê diante de um desafio único e intimidante mesmo nesse ponto de sua carreira: ser compositor do primeiro filme de Star Wars a não contar com o lendário John Williams. E em um recente entrevista com o The Hollywood Reporter, ele falou sobre como encara essa responsabilidade.
“John e eu nos conhecemos um pouco, e ele sempre foi um grande doador de sabedoria. Ele é um grande professor, mesmo quando não está diretamente ensinando. Eu cresci o ouvindo – e ele foi um dos meus maiores professores indiretamente. Trabalhando neste filme eu estou constantemente lembrando que foi Star Wars que me empurrou nessa direção.”
O compositor revelou ainda que teve que trabalhar em seu aniversário para manter o cronograma, e disse que apesar de não querer trabalhar naquele dia, seu lado fã acabou o recompensando.
“Então eu me sentei, olhei para a tela para trabalhar, e vi todos aqueles Stormtroopers correndo por aí, e pensei: Tudo bem, esse não é um aniversário tão rum assim.”
Rogue One: Uma História Star Wars tem direção de Gareth Edwards e estreia marcada para 16 de dezembro. O elenco traz Felicity Jones como a protagonista Jyn Erso, Ben Mendelsohn como Diretor Orson Krennic, Mads Mikkelsen como Galen Erso, Diego Luna como Capitão Cassian Andor, Donnie Yen como Chirrut Imwe, Riz Ahmed como Bodhi Rook e Forest Whitaker como Saw Gerrera




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