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Existe uma história bem interessante por trás do nome do planeta Scarif de Rogue One: Uma História Star Wars (2016), que foi revelada por Gareth Edwards.

Falando para o Industrial Light & Magic, o diretor disse que teve a ideia para nomear o planeta quando um atendente de um Coffee Shop entendeu seu nome errado. Confira a declaração completa:

“Eu saí e fui tomar um café. Sabe, eles escrevem seu nome no copo e quando perguntaram o meu, eu devo ter respondido: ‘Is Gareth’ (É Gareth, em tradução livre). E o que ele ouviu foi ‘Scarif’. E então eu olhei para o copo e o atendente disse: ‘Scarif’. Daí, fui até Gary Whitta [roteirista], pus o copo na mesa dele e disse: ‘Vamos chamar [o planeta final] de Scarif’. Acho que o atendente não sabe até hoje da influência que teve na galáxia muito, muito distante.” Disse Edwards.

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Rogue One: Uma História Star Wars recebeu muitos elogios de crítica e público, tendo arrecadado US$ 1 bilhão ao redor do mundo. Na temporada de premiações, conseguiu duas indicações ao Oscar.

Para quem não sabe, a narrativa é estabelecida entre os acontecimentos de A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança, sendo focada em um grupo de combatentes da Aliança Rebelde se unindo para uma ousada missão de roubar os planos da Estrela da Morte.

Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), ainda criança, devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) para que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), a protagonista teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos.

Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e seu droide, K-2SO (Alan Tudyk).