
Conversando com a Entertainment Weekly, o diretor de Rogue One: Uma História Star Wars, Gareth Edwards, confirmou informações anteriores de que a mãe da protagonista Jyn Erso seria uma Jedi, e explicou que o roteiro inicial do prólogo do filme iria acontecer durante a queda da República, quando o Império exterminou os Jedi por meio da Ordem 66.
“O prólogo, até certo ponto, mostraria o Império caçando e matando os Jedi. E a mãe de Jyn seria uma Jedi.”
Edwards revelou ainda que o prólogo traria Krennic matando a mãe de Jyn ao cumprir a Ordem 66, mas que isso acabou não sendo uma boa ideia.
“Nosso instinto nos disse que queríamos uma cena onde Jyn ficava orfã por causa do que Krennic faz. O problema era que, a partir do momento em que você faz de sua mãe uma Jedi, você gasta todo o filme se questionando se Jyn também é uma Jedi ou não. Eventualmente, surgiu a ideia de que seu pai teria projetado a Estrela da Morte. Nós abandonamos a ideia da mãe Jedi, e ela se tornou apenas uma mãe rebelde.”
Apesar de não ser uma Jedi, Lyra Erso era uma devota da Força. O livro Rogue One Visual Guide confirma que Lyra estudou a história e a filosofia Jedi como forma de desafiar o Império. Ela também usa a faixa vermelha do iluminado, usada pelas seitas nativas de Jedha, como Chirrut Îmwe.




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