
O primeiro filme de Star Wars fora da saga principal tem uma árdua tarefa pela frente. Rogue One: Uma História Star Wars precisa não apenas corresponder às expectativas dos fãs que fizeram com que O Despertar da Força alcançasse a marca de 2 bilhões de dólares em bilheteria ao redor do mundo, como também ter sucesso em contar a sua própria história e provar que os filmes derivados podem e devem existir. Isso é algo que não sai da cabeça de Garth Edwards, diretor do filme, e que acredita que o próprio título do longa já ajuda a estabelecer algumas coisas.
“Eu estava pensando sobre isso. O que [o título] quer dizer? ‘Rogue One’ é um posto militar, até certo ponto, e este é o primeiro filme que não faz parte da saga principal – então ele é meio “rogue” (renegado), saca?”
Na franquia Star Wars, os pilotos líderes de esquadrão sempre foram comumente chamados de “Red One” ou “Black Leader”, o que deixa subentendido que “Rogue One” é nada mais nada menos que o líder do esquadrão Rogue. Pelo menos essa é a primeira impressão de todos os fãs da franquia ao verem o nome do filme pela primeira vez.
O diretor disse ainda que o título também faz referência à protagonista Jyn Erso, vivida por Felicity Jones.
“É um jeito de descrevê-la, de certa forma. Tem essas divisões, esses múltiplos significados, que fizeram eu me sentir fazendo a escolha certa.”
Rogue One: Uma História Star Wars tem direção de Gareth Edwards e estreia marcada para 16 de dezembro. O elenco traz Felicity Jones como a protagonista Jyn Erso, Ben Mendelsohn como Diretor Orson Krennic, Mads Mikkelsen como Galen Erso, Diego Luna como Capitão Cassian Andor, Donnie Yen como Chirrut Imwe, Riz Ahmed como Bodhi Rook e Forest Whitaker como Saw Gerrera.






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